... português, à falta de melhor assunto, discute-se o "exercício da liberdade de expressão em Portugal". Pessoalmente acho um desperdício de tempo, mas, lá está, eu não sou deputado da nação e não me cabe a mim decidir sobre as prioridades do parlamento.
Não duvido que o primeiro ministro, ele próprio ou por interpostas pessoas ou empresas, tenha tentado condicionar, manipular e, até, silenciar certos jornalistas ou meios de comunicação social e que, por isso mesmo, deve ser politicamente julgado.
Tenho poucas dúvidas que haja indícios de ilícitos criminais em todos os últimos casos que têm surgido envolvendo o nome do primeiro ministro e/ou de pessoas que lhe são muito próximas. A justiça, bem ou mal mas de certeza lentamente, deliberará sobre tais alegados indícios.
Do mesmo modo, não tenho dúvidas que em Portugal há liberdade de expressão. Por isso não entendo as prioridades do parlamento português.