... fantástico.
terça-feira, fevereiro 09, 2010
sexta-feira, fevereiro 05, 2010
Nas últimas semanas...
... estes discos têm rodado bastante por aqui:

Gil Scott-Heron, "I'm New Here" [disco fantástico, viciante e comovente de um senhor de quem já não se esperava que regressasse aos discos]

Four Tet, "There Is Love in You" [Kieran Hebden em muito boa forma, mantendo elevados os seus padrões de qualidade].

DJ Sprinkles, "Midtown 120 Blues" [simples: genial].

Dam Funk, "Toeachizown" [um dos discos que surgiu em muitas das listas dos melhores de 2009 que não está a entrar]

VA, "Minimal Wave Tapes" [uma colectânea que reúne uma série de nomes obscuros da minimal wave - google it]
sexta-feira, janeiro 08, 2010
Há uns meses...
... uma professora de Espinho teve, aparentemente, conversas impróprias com os/as seus/suas alunos/as. Os pais mandaram os/as filhos/as fazer gravações das aulas com os seus telemóveis para confirmarem as suas suspeitas. As gravações foram parar aos meios de comunicação social, a começar pelas sempre ávidas televisões, e todos pudemos ouvir uns excertos das tais conversas. Agora a tal professora foi condenada pela DREN [Direcção-Geral de Educação do Norte] a 180 dias de suspensão.
Um pequeno pormenor: a utilização de telemóveis é proibida nas salas de aula e a gravação de aulas é também proibida.
Hoje...
... o governo já conseguiu chegar a acordo com os sindicatos de professores e fazer aprovar o casamento entre pessoas do mesmo sexo [vedando, porém, a esses novos casais a possibilidade de se candidatarem à adopção de crianças].
Agora, se fazem o favor, tratem do desenvolvimento do país.
Em Março...
... a electrónica regressará a Tomar, a cidade que adoptei há uns anos. Até há algum tempo, a cidade de Tomar era referenciada com alguma frequência pela, aparentemente, inusitada profusão de projectos musicais ligados às mais variadas formas de música electrónica.
U-clic [a trabalhar no seu segundo álbum], Waste Disposal Machine [em fase de promoção do álbum de estreia] ou Peltzer [com primeiro álbum a caminho] serão os nomes mais reconhecidos fora do restrito circuito local/regional e ilustram bem a variedade musical que caracteriza os projectos sediados na cidade e no concelho de Tomar.
Outros nomes a ter em conta, no âmbito da(s) música(s) electrónica(s): Stereoboy, Urb, Kobolds e Beeper, projectos individuais mais intermitentes e, de certo modo, mais experimentais.
Há quase dois anos [em Abril de 2008], desta vitalidade resultou a colectânea "C:\>_THOMAR", editada através da Thisco, que reuniu todos os projectos na altura em actividade na cidade de Tomar e se alargou a outros nomes com os quais os músicos de Tomar foram mantendo colaborações e estabelecendo cumplicidades.
Em Março, a cidade de Tomar terá a oportunidade de conferir a evolução de alguns dos projectos que integraram a colectânea "C:\>_THOMAR" em duas noites de música que ocuparão o Theatro Bar [no edifício do Cine-teatro Paraíso].
Hoje discute-se
... o casamento no Parlamento. É discussão que pouco me interessa ou incomoda. Seja o casamento entre pessoas de sexos diferentes ou o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Nada tenho contra o casamento e nada tenho a favor do casamento [já o mesmo não posso dizer sobre as bodas - fujo delas como o Diabo foge da cruz]. Faz-me alguma confusão, cada vez menos diga-se em abono da verdade, que as pessoas decidam transformar as suas relações num contrato assinado perante testemunhas e registado por funcionários públicos mas se o querem fazer, isso é lá com elas [desde que não me convidem para a boda, entenda-se].
Isabel Alçada...
... conseguiu em cerca de 4 meses o que Maria de Lurdes Rodrigues não conseguiu em mais de 4 anos; um acordo com os sindicatos de professores [não com todos, mas com boa parte deles]. Amanhã ouviremos o engenheiro Sócrates tentar recolher louros deste acordo. O mesmo engenheiro Sócrates que sempre apoiou Maria de Lurdes Rodrigues.
quarta-feira, dezembro 30, 2009
segunda-feira, dezembro 28, 2009
Resoluções de ano novo...
... é coisa que nunca faço. Não me agrada prometer o que não posso, não quero ou não me apetece cumprir. Este ano não será diferente.
terça-feira, dezembro 22, 2009
A ouvir...
... discos de Mountain Mocha Kilimanjaro, Tricky com a South Rakkas Crew, Matias Aguayo, Pantha du Prince, Monolake, Subway e também colectâneas de dubstep e de library music.
O projecto...
... que ia salvar a agricultura no Alentejo vai servir para regar um megaprojecto turístico que integrará vários hoteis, de luxo, e alguns campos de golf. Trata-se de um PIN (projecto de Potencial Interesse Nacional), claro. O que vai produzir? Nada.
quarta-feira, novembro 25, 2009
segunda-feira, novembro 23, 2009
A praga...
... dos telemóveis nos concertos é absolutamente irritante. Será que esta gente já não sabe ver a realidade sem recorrer à mediação do pequeno visor do seus gadgets?
Ontem à noite...
... os Massive Attack foram novamente narcóticos e a Martina Topley-Bird foi muito mais que mero concerto de aquecimento para os cabeças de cartaz.
A primeira vez que vi os Massive Attack em concerto foi no Pavilhão Atlântico, há uns 10 anos, e posso afirmar com segurança que foi dos poucos concertos a que lá assisti de que gostei. Na altura, a terrível acústica do Atlântico não foi obstáculo a um concerto soberbo. Uns anos depois voltei a vê-los, no Coliseu dos Recreios, e a coisa soube-me a prato requentado. E morno, ainda por cima. Seis anos sem álbuns arrefeceram ainda mais o meu interesse pelos Massive Attack, ainda que Blue Lines seja um dos álbuns que ouço recorrentemente.
Ontem, reconciliei-me com os ambientes quase sempre densos e negros, duplamente, do projecto que inventou, praticamente sozinho, o trip hop no início dos anos 90. Soube bem ouvir os temas incontornáveis de Blue Lines e Mezzanine. Soube bem ouvir Horace Andy, cuja voz em concerto é absolutamente arrepiante. Soube bem ouvir Martina Topley-Bird, companheira de Tricky nos álbuns deste que realmente interessam [Maxinqaye e Pre-Millennium Tension], antes dos Massive Attack e depois com os Massive Attack. Soube bem ouvir os temas novos, a editar em 2010, que auguram um álbum de qualidade acima da média.
A primeira vez que vi os Massive Attack em concerto foi no Pavilhão Atlântico, há uns 10 anos, e posso afirmar com segurança que foi dos poucos concertos a que lá assisti de que gostei. Na altura, a terrível acústica do Atlântico não foi obstáculo a um concerto soberbo. Uns anos depois voltei a vê-los, no Coliseu dos Recreios, e a coisa soube-me a prato requentado. E morno, ainda por cima. Seis anos sem álbuns arrefeceram ainda mais o meu interesse pelos Massive Attack, ainda que Blue Lines seja um dos álbuns que ouço recorrentemente.
Ontem, reconciliei-me com os ambientes quase sempre densos e negros, duplamente, do projecto que inventou, praticamente sozinho, o trip hop no início dos anos 90. Soube bem ouvir os temas incontornáveis de Blue Lines e Mezzanine. Soube bem ouvir Horace Andy, cuja voz em concerto é absolutamente arrepiante. Soube bem ouvir Martina Topley-Bird, companheira de Tricky nos álbuns deste que realmente interessam [Maxinqaye e Pre-Millennium Tension], antes dos Massive Attack e depois com os Massive Attack. Soube bem ouvir os temas novos, a editar em 2010, que auguram um álbum de qualidade acima da média.
sábado, novembro 21, 2009
A ver...
... em concerto nos próximos dias: Massive Attack, Moritz von Oswald Trio e Isis. Campo Pequeno, amanhã, Teatro Maria Matos, quarta feira, e Incrível Almadense, sábado.
sábado, novembro 14, 2009
quarta-feira, novembro 11, 2009
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Sorry, something went wrong.
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segunda-feira, novembro 09, 2009
Há vinte anos, alguém...
... proclamou o "fim da História" e muitos o repetiram. Para quem sempre gostou de História, isto terá sido preocupante. A História não acabou, claro. Logo a seguir ao desmoronar do Muro, e do comunismo, veio a primeira guerra do Golfo e as guerras na antiga Jugoslávia. E a História continuou, claro.
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