... é para quem pode. Ouvi há muitos anos esta frase pela voz grave de António Sérgio. Suspeito que a frase é da autoria de Ana Cristina Ferrão, sua companheira, colaboradora e cúmplice. António Sérgio foi-nos roubado no domingo.
Ele era a primeira e uma das minhas maiores referências a nível musical. Não sendo António Sérgio um músico, isto poderá parecer extraordinário, mas a verdade é que ele é, no melhor dos sentidos, uma referência musical. Só quem nunca se deixou guiar pela sua voz e pelos discos que nos sugeria não o compreenderá.
Foi com ele que eu, como muitos outros, aprendi a ouvir música. E mais do que a ouvir música, aprendi também a ouvir muitas músicas, diferentes músicas, de diferentes origens e diferentes tempos. O que sou hoje como ouvinte devo-o quase integralmente ao Som da Frente e ao Lança-Chamas.
Ele era a primeira e uma das minhas maiores referências a nível musical. Não sendo António Sérgio um músico, isto poderá parecer extraordinário, mas a verdade é que ele é, no melhor dos sentidos, uma referência musical. Só quem nunca se deixou guiar pela sua voz e pelos discos que nos sugeria não o compreenderá.
Foi com ele que eu, como muitos outros, aprendi a ouvir música. E mais do que a ouvir música, aprendi também a ouvir muitas músicas, diferentes músicas, de diferentes origens e diferentes tempos. O que sou hoje como ouvinte devo-o quase integralmente ao Som da Frente e ao Lança-Chamas.




