Com Max Headroom. Anos 80 no seu melhor. Com tanto eighties revival, estranho que ainda ninguém o tenha recuperado. Deixo aqui uma entrevista de Terry Wogan a Mr. Max Headroom, um dos melhores apresentadores de televisão de que tenho memória. Enjoy.
Marques Mendes ou Luís Filipe Menezes. Uma destas duas personagens irá, lá para 2009, pedir-me que o ajude a ser primeiro ministro de Portugal. Nenhum deles, nem o bando que pretendem liderar, me merece a mínima confiança ou o mais ténue respeito. Com esta oposição, Socrates vai ser primeiro ministro até 2013.
Nos tempos do Som da Frente, de António Sérgio, ouvi um disco que nunca mais esqueci, apesar de nunca mais o ter ouvido. Na altura apenas fixei o título. Só alguns depois soube que esse era o primeiro disco a solo de Robert Calvert [ex-Hawkwind], editado em 1974. Durante anos fui procurei-o descuidamente. Encontrei-o sem querer há pouco tempo. Continua a ser um disco fascinante. Chama-se Captain Lockheed and the Starfighters.
E muito menos um post sobre o outro caso de que toda a gente fala[va]. É só para dizer que subscrevo isto inteiramente e, assim, não vale a pena perder mais tempo.
Terá havido uma transfusão de portugueses? É que há uns meses, praticamente só havia por cá amantes de Scolari. De repente só vejo por aí gente que o detesta e que jura a pés juntos nunca ter gostado da personagem.
Já ando farto deste revivalismo dos anos 80 que não há meio de passar de moda [o pior é que a seguir, pela ordem natural das coisas, há-de vir o revivalismo dos anos 90] e de tanta gente, muita da qual nem "esteve lá" encher a boca para falar dessa década pretensamente gloriosa. Acontece que durante os anos 80, como em qualquer outra década, também havia muito lixo. Como o que aqui deixo...
E este é apenas umexemplo, entre muitos possíveis, do mau-gosto que também atravessou os eighties. -- And by the way: crescer - ou grosso modo - viver nos anos 80 em Portugal não foi "maravilhoso" [como já ouvi e li por aí]. Foi difícil. Muito difícil para a maioria dos que já cá andavam.
A propósito da visita a Portugal do Dalai Lama e da posição assumida pelo poder vigente [presidente da República e governo] já vi por aí quem falasse em realpolitik. A mim, que pouco ou nada entendo de política, parece-me apenas uma posição cobarde. Ou, vá lá, subserviente.