sexta-feira, setembro 14, 2007

Isto não é exactamente um post

E muito menos um post sobre o outro caso de que toda a gente fala[va]. É só para dizer que subscrevo isto inteiramente e, assim, não vale a pena perder mais tempo.

O que eu gostava de saber

Terá havido uma transfusão de portugueses? É que há uns meses, praticamente só havia por cá amantes de Scolari. De repente só vejo por aí gente que o detesta e que jura a pés juntos nunca ter gostado da personagem.

quinta-feira, setembro 13, 2007

O lado negro dos anos 80

Já ando farto deste revivalismo dos anos 80 que não há meio de passar de moda [o pior é que a seguir, pela ordem natural das coisas, há-de vir o revivalismo dos anos 90] e de tanta gente, muita da qual nem "esteve lá" encher a boca para falar dessa década pretensamente gloriosa. Acontece que durante os anos 80, como em qualquer outra década, também havia muito lixo. Como o que aqui deixo...



E este é apenas umexemplo, entre muitos possíveis, do mau-gosto que também atravessou os eighties.
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And by the way: crescer - ou grosso modo - viver nos anos 80 em Portugal não foi "maravilhoso" [como já ouvi e li por aí]. Foi difícil. Muito difícil para a maioria dos que já cá andavam.

Olhe, se faz favor...

Dúvida

Será que este já anda a preparar terreno para o caso de o espanhol se fartar antes de tempo?...

Realpolitik ou apenas cobardia?

A propósito da visita a Portugal do Dalai Lama e da posição assumida pelo poder vigente [presidente da República e governo] já vi por aí quem falasse em realpolitik. A mim, que pouco ou nada entendo de política, parece-me apenas uma posição cobarde. Ou, vá lá, subserviente.

quarta-feira, setembro 12, 2007

Bolas ao poste [e murros no adversário]

Scolari é burro. Além de incompetente. Isso já eu ando a dizer desde que o homem foi contratado. Agora revelou uma faceta do seu carácter que lhe desconhecia, embora suspeitasse: a sua linguagem e o modo sobranceiro e mal-educado como, por vezes, responde aos jornalistas e às críticas não davam espaço a muitas dúvidas.

terça-feira, setembro 04, 2007

Até quando?

Ainda há em Portugal zonas do litoral que resistem à pressão dos interesses imobiliários, lugares que não são invadidos por multidões ruidosas, sítios onde é possível comer [muito] bem a preços espantosamente baixos.
Se os conhecem ou os vierem a descobrir, façam como eu: não contem a ninguém.

Regresso...

... aos computadores, internet e outras coisas do mundo "civilizado".

sexta-feira, agosto 24, 2007

sexta-feira, agosto 03, 2007

Irrelevâncias...

... antes de colocar o blog em modo offline.

Todos os dias há um cão que desce a minha rua à mesma hora.

Os meus festivais de Verão...

... são este e depois, novamente, este. Depois parto para uma semana num paraíso escondido e cuja localização não tenciono revelar a nunguém.

terça-feira, julho 24, 2007

Galícia

Ribadavia é uma pequena localidade próxima de Ourense, na Galiza. A partir de quinta feira têm por lá um "festival de expresión músico-cultural" com concertos, exposições, performances, teatro de rua e exibição de curtas-metragens.
Eu vou.

terça-feira, julho 17, 2007

Autarquia [ainda]

O senhor engenheiro que preside à autarquia tomarense ganhou as primeiras eleições prometendo uma cidade moderna, de cultura e turismo de qualidade. Em 2007, o senhor engenheiro e a respectiva Câmara não conseguem colocar online um mísero site com informação sobre o concelho e, já agora, as actividades camarárias. Pensando melhor, sobre as actividades camarárias é melhor deixar tudo como está. São demasiado absurdas para as andar a espalhar pelo mundo, via internet. Melhor mesmo, seria a inércia total do executivo camarário local. Pouparia a minha cidade e respectivo concelho a muitos disparates e, de caminho, poupavam-se uns milhares de euros.

Autarquia [outra vez]

Vão ao Google [ou qualquer outro motor de busca] e procurem pela Câmara Municipal de Tomar. Se encontrarem o link para o respectivo site, digam-me qualquer coisa, porque eu continuo sem o achar...

E os domingos também não

A menos que faça directa de sábado para domingo [ou de sexta para sábado], as manhãs de domingo [como as de sábado] são invenção de gente com hábitos de vida demasiado, enfim, saudáveis. Gente que não sabe gozar os prazeres da vida. Gente que se deita cedo e cedo se ergue, pensando, talvez, que isso os há-de poupar ao inglório fim que nos espera a todos.

Os sábados não têm manhã

Por aqui a tradição ainda é o que era, caro Pedro. Eu cá não "o" tiro da "palha" antes das duas da tarde.

sexta-feira, julho 13, 2007

Autarquia

A minha autarquia [Tomar], ao contrário da de Lisboa, não tem problemas de tesouraria. Aliás, tem - literalmente - dinheiro para atirar à rua. A minha autarquia deve ser a inveja de centenas de outras autarquias, com tão esplendoroso desafogo financeiro.
A minha autarquia resolveu, há uns anos, poucos, remodelar [se calhar chamou-lhe "requalificar", não me lembro] uma rotunda que por cá tínhamos, à saida da Ponte Nova. Na altura, não há tanto tempo como isso, essa rotunda era uma das duas rotundas da cidade * [a outra nem é bem uma rotunda, é uma placazinha que nos habituámos a contornar no meio de um cruzamento, ao fundo da Rua de Coimbra...]. A rotunda da Praceta Alves Redol, a tal que foi remodelada [ou "requalificada", não me lembro], teve durante anos relva na placa central e um enorme tabuleiro, um dos símbolos da cidade. A minha autarquia, como é toda moderna[ça], achou que relvinha e um símbolo da cidade eram coisa do passado e, vai daí, mandou projectar para o local uma fonte cibernética. Cibernética, atenção, uma fonte cibernética [não confundir com fonte luminosa -
eat your hearts out, lisboetas!]. Entretanto, passados uns anos, poucos, a minha autarquia resolveu que era tempo de "requalificar" [ou remodelar, não estou certo] a Praceta Alves Redol e isso inclui atirar com mais meio milhão de euros para a respetiva rotunda. Lá se vai a fonte. Cibernética.

* Felizmente, a "família" das rotundas tomarenses cresceu e agora são quase 20.

Actualização: as obras em questão estão orçamentadas em 568 mil euros.

12 candidates (and nothing on) *

Hoje acaba campanha eleitoral para as eleições intercalares na Câmara de Lisboa e domingo os lisboetas vão a votos. A única coisa que me ocorre escrever é que tenho pena dos lisboetas, dos que trabalham em Lisboa, dos que visitam Lisboa e dos portugeses em geral que têm a capital que têm. Ou que merecem[os]?

* Parafraseando Bruce Springsteen [57 Channels (And Nothin' On)]