quinta-feira, novembro 23, 2006
Há empresas muito más, não há?
Esta empresa tem muito pouco - aliás, praticamente nada - de fantástica. Será uma empresa extraordinariamente incompetente, mal-educada e arrogante, mas fantástica não é.
segunda-feira, novembro 20, 2006
domingo, novembro 19, 2006
Ecos
O livro de Santana que não li [nem vou ler, como se calcula]. As entrevistas televisivas praticamente simultâneas de Santana e Cavaco que não vi [e, pelo que li e ouvi, não perdi nada - a não ser talvez uns momentos de comédia durante a entrevista do menino-guerilheiro]. A saida de José Veiga do Benfica e teorias da conspiração associadas. A "tensão" entre o ministério das Finanças e o Tribunal de Contas. O estalar do verniz na câmara de Lisboa. Várias mortes [em particular a de Puskas e a de Sottomayor Cardia]. E de mais uns quantos acontecimentos avulso apenas me têm chegado ecos. Que a falta de tempo não perdoa [e já não há quem me ature com esta conversa da falta de tempo]...
terça-feira, novembro 14, 2006
O regresso de um guerreiro
segunda-feira, novembro 13, 2006
Partilha
As licenças Creative Commons têm, finalmente, enquadramento jurídico em Portugal.
«A Creative Commons ajuda-o a publicar a sua obra online enquanto informa os utilizadores exactamente o que eles podem e não podem fazer com seu trabalho.»
«Com uma licença Creative Commons, mantém os seus direitos de autor mas permite a outros copiar e distribuir sua obra contanto que lhe atribuam crédito -- e somente sob as condições que especificar.»
«A Creative Commons ajuda-o a publicar a sua obra online enquanto informa os utilizadores exactamente o que eles podem e não podem fazer com seu trabalho.»
«Com uma licença Creative Commons, mantém os seus direitos de autor mas permite a outros copiar e distribuir sua obra contanto que lhe atribuam crédito -- e somente sob as condições que especificar.»
quinta-feira, novembro 09, 2006
E agora?...
Agora que acabaram as obras n' A Coluna, só não garanto que a frequência de postagem aumente. O trabalho continua a ser mais que muito e o tempo não chega para tudo.
quarta-feira, novembro 08, 2006
O costume...
O Internet Explorer está a sentir algumas dificuldades em lidar com o novo template d' A Coluna. A mim não me incomoda por aí além e nem sequer vou perder mais tempo com isso. Eu até sou um defensor acérrimo do Mozilla Firefox...
Obras feitas
Depois de algumas semanas de interrupção, regresso ao blog com as obras praticamente concluídas. Já só faltam os acabamentos [links e etc...] que irão provavelmente demorar alguns dias, até porque o tempo parece ser cada vez mais escasso.
sexta-feira, outubro 20, 2006
Obras
Mais uns diazitos e sou capaz de fazer uma operação à Coluna Vertebral. Operação puramente estética, note-se.
terça-feira, outubro 17, 2006
Há posts muito estúpidos, mesmo muito estúpidos
Como por exemplo, os dois posts anteriores... Às vezes não sei o que me passa pela cabeça, sinceramente.
Já agora, aquele post com o vídeo dos Pink Floyd também não foi exactamente uma ideia brilhante.
Já agora, aquele post com o vídeo dos Pink Floyd também não foi exactamente uma ideia brilhante.
We don't need no education...
A ministra da Educação acha que a greve dos professores "não tem sentido" e eu não podia estar mais de acordo. Aliás, nada na Educação em Portugal tem sentido. A começar pelo próprio ministério.
segunda-feira, outubro 16, 2006
Sê um GNR
"Tens 18 anos e a 4ª classe...", cantava há mais de 20 anos o Grupo Novo Rock [nacionalmente conhecido pela sigla GNR].
Entretanto, leio no Público, que cita um estudo encomendado pelo Ministério da Administração Interna, que "A tentativa de ingresso na GNR é permitida a todos os que tenham a escolaridade mínima: o 9.º ano." Ou seja, qualquer analfabeto [um grande número - para não dizer a maioria - dos alunos que concluem a escolaridade obrigatória não passam de analfabetos] continua a poder ingressar numa força de segurança portuguesa.
Entretanto, leio no Público, que cita um estudo encomendado pelo Ministério da Administração Interna, que "A tentativa de ingresso na GNR é permitida a todos os que tenham a escolaridade mínima: o 9.º ano." Ou seja, qualquer analfabeto [um grande número - para não dizer a maioria - dos alunos que concluem a escolaridade obrigatória não passam de analfabetos] continua a poder ingressar numa força de segurança portuguesa.
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