Após 30 jornadas, e salvo um cataclismo de dimensões biblicas, o FCP vai suceder ao SLB como campeão nacional português. Depois de um péssimo jogo, Co Adriaanse conseguiu finalmente vencer um jogo "grande" e logo o mais importante de todos os que disputou como treinador do FCP: aquele que, salvo o improvável cataclismo, decidiu o título de campeão. Depois de 10 jogos a ganhar, o SCP deixou fugir a hipótese de salvar uma época que com José Peseiro [remember?] ameaçou tornar-se num desastre colossal.
O SLB, entretanto regressado das campanhas europeias [um Barcelona a meio gaz - ou nem isso - chegou para o campeão português, o que diz bem da competitividade da nossa "super" Liga], resolveu minimizar as perdas de sábado do SCP ao empatar ontem com o Marítimo [que por mim ia direitinho para a segunda divisão] e praticamente garantindo ao seu rival o 2º lugar de acesso directo à Liga dos Campeões.
Nos lugares europeus continua a haver luta: Boavista, Nacional e Vitória [de Setúbal] ainda disputam o 5º lugar [com os de Setúbal descansados porque o luga na final da Taça lhes dá acesso à UEFA].
Na luta pela manutenção as coisas fervem: do 9º lugar para baixo todos podem descer à Liga de Honra. Se dependesse de mim, mandava para o escalão inferior o Penafiel [que até já lá mora], Gil Vicente, Passos de Ferreira e Marítimo.
Somando muito maus jogos a, algumas, péssimas péssimas arbitragens o campeonato português continuando ao habitual e rasteirinho nível. Do meu fim de semana futebolístico salvam-se o primeiro prato de caracois da época e a travessa de ameijoas que foram acampanhando o jogo de sábado à noite.