segunda-feira, fevereiro 20, 2006

Fitas

A partir de hoje o Porto é [ainda] mais fantástico.

A propósito!...

For Seinfeld lovers only.

Entusiasmo

Logo à noite estreia Calma, Larry! [ou Curb Your Enthusiasm no original] n' A Dois. Se não sabem quem é Larry David talvez valha a pena saber que o senhor era um dos argumentistas de Seinfeld e se não sabem o que foi [é] Seinfeld, talvez não valha a pena ver Curb Your Enthusiasm.

Desaparecidos

Dois posts aqui publicados na sexta e no sábado... Muito estranho. Entretanto foram recuperados, mas o comentário que a um dos posts desapareceu.

Saturday night, strip fever

Aqui e ali.

sexta-feira, fevereiro 17, 2006

A puta...

... da irrelevância.

Porque a liberdade está ameaçada por aqui [mais absurdos]

Se por causa da de uns rabiscos publicados há uns meses num obscuro jornal dinamarquês é compreensível que se destrua, mate e ameace com a guerra santa todo o Ocidente, então por causa de milhares de mortos nas torres de Nova Iorque, nos combóios de Madrid ou no metropolitano de Londres [omito deliberadamente todos os atentados ocorridos em países muçulmanos nos últimos anos e os milhares de mortos muçulmanos que provocaram] será legítimo achar que a invasão e ocupação do Iraque ainda é pouco? Guantanamo e Abu Grahib são justificáveis?
Nem quero pensar no que deveria ter acontecido à Alemanha depois da Segunda Guerra Mundial [se o Holocausto tivesse mesmo acontecido, claro...].

Porque a liberdade está ameaçada por aqui [outra dúvida]

Alguém me explica, com recurso a ilustrações se for caso disso, qual é exactamente o problema dos fundamentalistas islâmicos? Ainda não percebi o que tanto os ofende: a representação do seu Profeta [faço notar a maiúscula, não venha por aí uma fatwa contra mim...] ou o facto de os cartoons serem "insultuosos"?

Já agora, e se não for pedir muito, esclareçam-me também quem é que anda há anos a associar a figura, perdão, o nome de Maomé à violência e ao terrorismo? Os cartoonistas dinamarqueses ou os muçulmanos que se têm feito explodir nos mais variados locais do planeta?

Porque a liberdade está ameaçada por aqui [absurdos]

Tenho ouvido por aí argumentos absolutamente delirantes em defesa, ou pelo menos de compreensão, das reacções dos fundamentalistas islâmicos aos cartoons publicados há uns meses num irrelevante jornal dinamarquês. Resolvi também arranjar um argumento absurdo: se aquelas reacções são legítimas, ou pelo menos compreensíveis, quantos indonésios terão ainda de morrer para pagar os crimes que durante anos cometeram em Timor?

Porque a liberdade está ameaçada por aqui [dúvida]

Há um aspecto que me faz muita confusão em todo este "disparate" gerado à volta de uns quantos desenhados publicados há uns meses. Porque haveria eu, para todos os efeitos agnóstico, de me submeter às leis de uma religião que não pratico e sobre a qual sou mesmo largamente ignorante? Se não aceito que a Igreja Católica, em cujo catequismo até fui educado, interfira na minha vida pessoal, porque haveria de me submeter aos ditâmes de qualquer outra religião [seja ela qual for]? A lei muçulmana que impede a represenação de Maomé aplica-se aos muçulmanos, não a mim. E não me venham com o argumento de que os cartoons são "insultos" à dignidade do profeta e à fé muçulmana. Nada justifica as reacções que os fundamentalistas islâmicos têm protagonizado.

Porque a liberdade está ameaçada por aqui [disparates]

Rui Semblano, que me deve um café no Paraíso, acha que os disparates de um pequeno jornal dinamarquês são comparáveis aos disparates proferidos pelo senhor Mohammed Taheri, embaixador do Irão em Portugal. Não são comparáveis. Eu sou dos que acham que os cartoonistas dinamarqueses têm o direito a exprimir a sua opinião. Acho também que o senhor Mohammed Taheri tem direito à sua opinião. Mas o que o senhor Mohammed Taheri exprimiu é mais que a sua opinião pessoal, quanto mais não seja porque falou na qualidade de representante oficial em Portugal de um Estado [o Irão]: aquela é, queira-se ou não, a posição de um Estado, concretamente o Irão, que defende a extinção de outro Estado, Israel, e que defende que o Holocausto nunca existiu. Os cartoonistas dinarqueses não caricaturaram Maomé em representação do Estado dinamarquês. Fizeram-no a título pessoal. Mohammed Taheri falava em nome do Estado que representa em Portugal. Isso faz toda a diferença.

Serviços fantásticos

A página que reproduzo aqui terá sido publicada na Visão do passado dia 2 de Fevereiro. Confio em que ma fez chegar às mãos [leio a Visão muito intermitentemente]. Espantoso neste relato é que, apesar da prodigiosa imaginação de Ricardo Araújo Pereira, não duvido nem por um segundo da veracidade do seu relato. Se, como eu, não é "cliente" assíduo da Visão, faça o favor de clicar na imagem para ler convenientemente o texto.

Image hosting by Photobucket

Sair [publicidade semi-dissimulada]

Amanhã à noite.
Para mais informações / pormenores, clicar na imagem abaixo...




Para saber com que contar, descarregar o tema Mixed Pleasures Made Me Special. [download link]

quarta-feira, fevereiro 15, 2006

Muito boa música

O projecto britânico The Infadels editou recentemente um álbum intitulado We Are Not The Infadels que me chegou agora - ilicitamente, confesso - aos ouvidos. É um grande disco e, se nos enjoativos balanços de final de ano, não estiver lá é, porque anda tudo surdo.

Image hosting by Photobucket

Música e ruido ambiente

Quem por aqui passa já deve ter suspeitado que eu gosto de música. Gosto muito, realmente. Ouço, compro e descarrego muita música. Não consigo trabalhar ou conduzir sem música, por exemplo. Talvez por gostar tanto de música, de muitas músicas, me irrite tanto a proliferação de locais que insistem em dar-me música [entenda-se aqui música em sentido muito lato]. Supermercados, elevadores, telefones, o átrio do prédio onde moro, lojas, cafés, restaurantes, comboios, autocarros, centros comerciais ou blogs insistem em dar-me música [em sentido muito lato, repito], música de que em 99% das vezes não gosto e que nem sequer pedi para ouvir. É nessas alturas que prezo ainda mais outra das minhas paixões: o silêncio. É que nessas alturas, o que me dão não é exactamente música, é tão somente ruído ambiente.

Mohammed Taheri

Correndo o risco de atraiar sobre Portugal a fúria dos persas, atrevo-me a perguntar quantas pessoas incinerou ou mandou incinerar o senhor Mohammed Taheri para chegar à tão científica conclusão de que são precisos 15 anos para incinerar seis milhões de pessoas?

Insanidade mental [ou um post absolutamente sincero]

A propósito desta notícia [e de tudo o que se passa na desgraçada Madeira] apenas me passa pela cabeça dizer o seguinte a Aborto João Jardim: o senhor é uma das maiores bestas que alguma vez pisaram território português, um energúmeno que governa a sua ilha com métodos que fariam a inveja da velha mafia siciliana e que sobrevive politicamente graças à criminosa e corrupta teia de cumplicidades que foi construindo na "sua" ilha [e à criminosa passividade da classe dirigente portuguesa que o tolera]. O senhor é um ladrão da pior espécie, um vigarista que anda a assaltar Portugal há trinta anos para financiar os seus esquemas criminosos e alimentar a escumalha que o rodeia. O senhor é aquilo que aqui, em Cuba como o senhor gosta de dizer, designamos como um grandessíssimo pulha. Por favor, vá morrer longe e depressa.

Aviso à navegação: em três tempos arranjo um atestado a comprovar a minha insanidade mental, portanto não vale a pena alguém pensar em processar-me por injúrias e difamação.

Afinal, ainda há esperança...

... para o Blitz, jornal que, como por aqui escrevi há uns meses, andava "uma merda": a direcção passou para as mãos de Miguel Francisco Cadete.

terça-feira, fevereiro 14, 2006

Mais bonecas

As mais estranhas bonecas de Boston [ver dois posts abaixo] têm duas datas agendadas para Portugal no mês de Maio [Lisboa e Famalicão].

O princípio de um novo culto?...