Quem por aqui passa já deve ter suspeitado que eu gosto de música. Gosto muito, realmente. Ouço, compro e descarrego muita música. Não consigo trabalhar ou conduzir sem música, por exemplo. Talvez por gostar tanto de música, de muitas músicas, me irrite tanto a proliferação de locais que insistem em dar-me música [entenda-se aqui música em sentido muito lato]. Supermercados, elevadores, telefones, o átrio do prédio onde moro, lojas, cafés, restaurantes, comboios, autocarros, centros comerciais ou blogs insistem em dar-me música [em sentido muito lato, repito], música de que em 99% das vezes não gosto e que nem sequer pedi para ouvir. É nessas alturas que prezo ainda mais outra das minhas paixões: o silêncio. É que nessas alturas, o que me dão não é exactamente música, é tão somente ruído ambiente.
quarta-feira, fevereiro 15, 2006
Mohammed Taheri
Correndo o risco de atraiar sobre Portugal a fúria dos persas, atrevo-me a perguntar quantas pessoas incinerou ou mandou incinerar o senhor Mohammed Taheri para chegar à tão científica conclusão de que são precisos 15 anos para incinerar seis milhões de pessoas?
Insanidade mental [ou um post absolutamente sincero]
A propósito desta notícia [e de tudo o que se passa na desgraçada Madeira] apenas me passa pela cabeça dizer o seguinte a Aborto João Jardim: o senhor é uma das maiores bestas que alguma vez pisaram território português, um energúmeno que governa a sua ilha com métodos que fariam a inveja da velha mafia siciliana e que sobrevive politicamente graças à criminosa e corrupta teia de cumplicidades que foi construindo na "sua" ilha [e à criminosa passividade da classe dirigente portuguesa que o tolera]. O senhor é um ladrão da pior espécie, um vigarista que anda a assaltar Portugal há trinta anos para financiar os seus esquemas criminosos e alimentar a escumalha que o rodeia. O senhor é aquilo que aqui, em Cuba como o senhor gosta de dizer, designamos como um grandessíssimo pulha. Por favor, vá morrer longe e depressa.
Aviso à navegação: em três tempos arranjo um atestado a comprovar a minha insanidade mental, portanto não vale a pena alguém pensar em processar-me por injúrias e difamação.
Aviso à navegação: em três tempos arranjo um atestado a comprovar a minha insanidade mental, portanto não vale a pena alguém pensar em processar-me por injúrias e difamação.
Afinal, ainda há esperança...
... para o Blitz, jornal que, como por aqui escrevi há uns meses, andava "uma merda": a direcção passou para as mãos de Miguel Francisco Cadete.
terça-feira, fevereiro 14, 2006
Mais bonecas
As mais estranhas bonecas de Boston [ver dois posts abaixo] têm duas datas agendadas para Portugal no mês de Maio [Lisboa e Famalicão].
O princípio de um novo culto?...
O princípio de um novo culto?...
Colecção completa
Finalmente. É praticamente uma obsessão pessoal na área da música electrónica. O prolífero Richard David James editou ao longo de 2005 uma série de onze EPs sob a designação AFX e hoje consegui, finalmente, completar a colecção. 41 temas, mais de 3 horas de música.

[Capas de Analord 01 e Analord 11]
Just in case: Richard David James é o nome do artista normalmente conhecido como Aphex Twin e que tem ainda trabalhos editados sob as designações / pseudónimos AFX, Blue Calx (2), Bradley Strider, Caustic Window, The Dice Man, GAK, Polygon Window, Power-Pill, Q-Chastic, Richard D. James e Soit-P.P. E o homem ainda é co-proprietário da Rephlex Records.
Uma dúvida permanece: o homem é louco, visionário, génio, fraude ou apenas pantomineiro?
Uma dúvida permanece: o homem é louco, visionário, génio, fraude ou apenas pantomineiro?
segunda-feira, fevereiro 13, 2006
Se não tenho cuidado..
... ainda desenvolvo uma obsessão por estas bonecas. São duas: a Amanda e o Brian [uma boneca e um boneco portanto], em conjunto respondem pelo nome de Dresden Dolls e fazem, dizem eles e com razoável propriedade, "brechtian punk cabaret".
Passem pelo site das bonecas e ouçam os temas que eles lá oferecem. Por vossa conta e risco. A coisa pode mesmo transformar-se numa obsessão. Ou pelo menos numa paixão.
De certeza...
... que este senhor é o mesmo que fundou o CDS? O homem do centro, da equidistância e não sei que mais?
Não será um irmão gémeo ou um um clone?
Vai um cigarrinho?... [*]
Pode ser, mas tem que ser na varanda. Agora, cá em casa é assim.
[*] Já tinha saudades de fazer um destes posts absolutamente irrelevantes.
[*] Já tinha saudades de fazer um destes posts absolutamente irrelevantes.
domingo, fevereiro 12, 2006
Chain posting
Cinco estranhos hábitos [no meu caso algo prosaicos].
Recebi um desafio, daqueles aos quais não costumo responder. Estranhamente, respondo a este.
1. Dizer o que penso, principalmente a quem acha que devo ser "mais diplomático"
2. Falar com [e insultar] pessoas na televisão, particularmente jornalistas, comentadores, analistas, jogadores de futebol e políticos
3. Ler jornais e revistas de trás para frente
4. Procurar raridades musicais
5. Achar que todos os meus hábitos são normais
E. tratando-se de um chain post, passo-o a Rui Semblano, Ana, Elisa, Hugo e Miguel.
Recebi um desafio, daqueles aos quais não costumo responder. Estranhamente, respondo a este.
1. Dizer o que penso, principalmente a quem acha que devo ser "mais diplomático"
2. Falar com [e insultar] pessoas na televisão, particularmente jornalistas, comentadores, analistas, jogadores de futebol e políticos
3. Ler jornais e revistas de trás para frente
4. Procurar raridades musicais
5. Achar que todos os meus hábitos são normais
E. tratando-se de um chain post, passo-o a Rui Semblano, Ana, Elisa, Hugo e Miguel.
sexta-feira, fevereiro 10, 2006
Porque a liberdade está ameaçada por aqui
Do manifesto Como uma liberdade de Tiago Barbosa Ribeiro e Rui Bebiano.
«Há, no Ocidente, quem queira conscientemente evitar abordar o essencial. Porque é absolutamente irrelevante se os cartoons são ou não ofensivos, se são ou não ?despropositados?. Não há aí matéria de discussão. Todos os dias nos deparamos na imprensa com opiniões ofensivas e/ou despropositadas. Por isso é que são opiniões. Por isso é que são publicadas em páginas de jornais. Por isso é que lhes podemos contrapor argumentos sem medo. E é tudo isso que nos enriquece enquanto membros de uma comunidade democrática, com opiniões que são tantas vezes execráveis mas nunca atentatórias da integridade de quem delas discorda.»
Podem ler e subscrever o manifesto aqui.
«Há, no Ocidente, quem queira conscientemente evitar abordar o essencial. Porque é absolutamente irrelevante se os cartoons são ou não ofensivos, se são ou não ?despropositados?. Não há aí matéria de discussão. Todos os dias nos deparamos na imprensa com opiniões ofensivas e/ou despropositadas. Por isso é que são opiniões. Por isso é que são publicadas em páginas de jornais. Por isso é que lhes podemos contrapor argumentos sem medo. E é tudo isso que nos enriquece enquanto membros de uma comunidade democrática, com opiniões que são tantas vezes execráveis mas nunca atentatórias da integridade de quem delas discorda.»
Podem ler e subscrever o manifesto aqui.
quinta-feira, fevereiro 09, 2006
Porque a liberdade está ameaçada por aqui
«Eu pensei que as coisas estavam melhores do que o que estão, mas, mais uma vez, se percebe como há apenas uma fina película entre a civilização e a barbárie. Película que estamos a deixar romper com a maior das displicências. Devia desconfiar que é assim porque os sinais estão por todo o lado. Mas a gente acredita, quer acreditar, que algumas dezenas de anos de democracia consolidada (na maioria da Europa) e duas centenas de anos desde a revolução americana e francesa tinham consolidado a liberdade como princípio. Mas não é, não é suficiente, como se vê.»
Pacheco Pereira, no Público de hoje. Texto completo no Abrupto.
Pacheco Pereira, no Público de hoje. Texto completo no Abrupto.
Porque a liberdade está ameaçada por aqui [*]
«Na próxima 5ª feira, 9 de Fevereiro, pelas 15 horas, um grupo de cidadãos portugueses irá manifestar a sua solidariedade para com os cidadãos dinamarqueses [cartoonistas e não-cartoonistas], na Embaixada da Dinamarca, na Rua Castilho nº 14, em Lisboa.
Convidamos desde já todos os concidadãos a participarem neste acto cívico em nome de uma pedra basilar da nossa existência: a liberdade de expressão.
Não nos move ódio ou ressentimento contra nenhuma religião ou causa. Mas não podemos aceitar que o medo domine a agenda do século XXI.
Cidadãos livres, de um país livre que integra uma comunidade de Estados livres chamada União Europeia, publicaram num jornal privado desenhos cómicos.
Não discutimos o direito de alguém a considerar esses desenhos de mau gosto. Não discutimos o direito de alguém a sentir-se ofendido. Mas consideramos inaceitável que um suposto ofendido se permita ameaçar, agredir e atentar contra a integridade física e o bom nome de quem apenas o ofendeu com palavras e desenhos num meio de comunicação livre.
Não esqueçamos que a sátira - os romanos diziam mesmo "Satura quidem tota nostra est" - é um género particularmente querido a mais de dois milénios de cultura europeia, e que todas as ditaduras começam sempre por censurar os livros "de gosto duvidoso", "má moral", "blasfemos", "ofensivos à moral e aos bons costumes".
Apelamos ainda ao governo da república portuguesa para que se solidarize com um país europeu que partilha connosco um projecto de união que, a par do progresso económico, pretende assegurar aos seus membros, Estados e Cidadãos, a liberdade de expressão e os valores democráticos a que sentimos ter direito.
Pela liberdade de expressão, nos subscrevemos
Rui Zink
Manuel João Ramos
Luísa Jacobetty»
[Recebido por email]
Não é necessário acrescentar o quer que seja ao texto. Em espírito assino por baixo.
Convidamos desde já todos os concidadãos a participarem neste acto cívico em nome de uma pedra basilar da nossa existência: a liberdade de expressão.
Não nos move ódio ou ressentimento contra nenhuma religião ou causa. Mas não podemos aceitar que o medo domine a agenda do século XXI.
Cidadãos livres, de um país livre que integra uma comunidade de Estados livres chamada União Europeia, publicaram num jornal privado desenhos cómicos.
Não discutimos o direito de alguém a considerar esses desenhos de mau gosto. Não discutimos o direito de alguém a sentir-se ofendido. Mas consideramos inaceitável que um suposto ofendido se permita ameaçar, agredir e atentar contra a integridade física e o bom nome de quem apenas o ofendeu com palavras e desenhos num meio de comunicação livre.
Não esqueçamos que a sátira - os romanos diziam mesmo "Satura quidem tota nostra est" - é um género particularmente querido a mais de dois milénios de cultura europeia, e que todas as ditaduras começam sempre por censurar os livros "de gosto duvidoso", "má moral", "blasfemos", "ofensivos à moral e aos bons costumes".
Apelamos ainda ao governo da república portuguesa para que se solidarize com um país europeu que partilha connosco um projecto de união que, a par do progresso económico, pretende assegurar aos seus membros, Estados e Cidadãos, a liberdade de expressão e os valores democráticos a que sentimos ter direito.
Pela liberdade de expressão, nos subscrevemos
Rui Zink
Manuel João Ramos
Luísa Jacobetty»
[Recebido por email]
Não é necessário acrescentar o quer que seja ao texto. Em espírito assino por baixo.
terça-feira, fevereiro 07, 2006
Terras de ninguém [?]
Há uma zona, relativamente vasta, do território nacional que não existe para o resto do país, incluindo aqueles que têm a sob a sua responsabilidade a coisa pública. Refiro-me ao território "encravado entre o Douro e as Beiras" [como hoje se escreve no Público], concretamente a concelhos como Cinfães, Armamar, Tabuaço, Vouzela, Oliveira de Frades, Sátão, Nelas, Penalva do Castelo, Penedono, São João da Pesqueira e Tarouca que vão por estes dias receber a visita de um presidente da República em fim de mandato.
Não pretendo insinuar o que quer que seja sobre Sampaio. Acho mesmo que aquela região do país, localizada no distrito de Viseu, é para o resto dos portugueses inexistente. Quantos sabem apontar num mapa aquelas localidades? Quantos já lá foram, ou pelo menos por já por lá passaram? Quem é e como [sobre]vive aquela gente?
Dois destes concelhos - Satão e Penedono - nunca [sublinho NUNCA] receberam a visita de um chefe de Estado. Do Estado português.
Não pretendo insinuar o que quer que seja sobre Sampaio. Acho mesmo que aquela região do país, localizada no distrito de Viseu, é para o resto dos portugueses inexistente. Quantos sabem apontar num mapa aquelas localidades? Quantos já lá foram, ou pelo menos por já por lá passaram? Quem é e como [sobre]vive aquela gente?
Dois destes concelhos - Satão e Penedono - nunca [sublinho NUNCA] receberam a visita de um chefe de Estado. Do Estado português.
Os nomes das ruas
O post anterior, concretamente a referência à Corredoura [a.k.a. Rua Serpa Pinto], trouxe-me à memória um texto escrito há mais de um ano para um blog entretanto extinto [ou pelo menos em banho-maria].
Recupero-o.
«Há uns dias alguém, à mesa de um café (o Paraíso, claro...) resolveu perguntar onde ficava a rua Joaquim Jacinto e foi o cabo dos trabalhos para que se chegasse a uma conclusão. Como bons tomarenses (alguns dirão maus e ignorantes tomarenses, mas enfim) não conhecemos a esmagadora maioria das ruas de Tomar pelos seus nomes "oficiais" mas pelas suas, digamos, alcunhas ou, em alternativa, pelos nomes tradicionais (a Serpa Pinto será sempre a Corredoura, por exemplo). Assim temos a rua do Cine-Teatro, a rua da Marisqueira, a rua dos Correios, a rua da Sinagoga, a rua do Hospital ou a Levada. O que é certo é que nunca nos perdemos nas ruas de Tomar. A não ser quando nos apetece...»
Claro que este fenómeno não é exclusivo de Tomar.
Recupero-o.
«Há uns dias alguém, à mesa de um café (o Paraíso, claro...) resolveu perguntar onde ficava a rua Joaquim Jacinto e foi o cabo dos trabalhos para que se chegasse a uma conclusão. Como bons tomarenses (alguns dirão maus e ignorantes tomarenses, mas enfim) não conhecemos a esmagadora maioria das ruas de Tomar pelos seus nomes "oficiais" mas pelas suas, digamos, alcunhas ou, em alternativa, pelos nomes tradicionais (a Serpa Pinto será sempre a Corredoura, por exemplo). Assim temos a rua do Cine-Teatro, a rua da Marisqueira, a rua dos Correios, a rua da Sinagoga, a rua do Hospital ou a Levada. O que é certo é que nunca nos perdemos nas ruas de Tomar. A não ser quando nos apetece...»
Claro que este fenómeno não é exclusivo de Tomar.
A quem possa interessar...
... coloco aqui, em tamanho visível, a fotografia que ornamenta a caixa de comentários deste blog. É uma das fotografias que cá em casa arquivamos na categoria "uma foto daquelas", i.e. uma foto daquelas tiradas sem olhar. A ver no que dá. Normalmente dá merda.

Todas as cidades deviam ter, pelo menos, um café como este. A minha cidade tem um [quase] como este. Pelo menos, a certos dias da semana e a certas horas do dia é [quase] como este. Chama-se Café Paraíso e fica na Corredoura [*], passe a publicidade.
[*] Ao visitante pouco familiarizado com a cidade, um aviso: nunca pergunte pela Rua Serpa Pinto. Qualquer tomarense hesitará mais ou menos longamente antes de lhe responder. Muitos nem lhe saberão responder. Pergunte pela Corredoura.
[*] Ao visitante pouco familiarizado com a cidade, um aviso: nunca pergunte pela Rua Serpa Pinto. Qualquer tomarense hesitará mais ou menos longamente antes de lhe responder. Muitos nem lhe saberão responder. Pergunte pela Corredoura.
Bolas ao poste
O FCP empatou com o Braga. Fico na dúvida: o homem esta semana "es una mierda" [nas sábias palavras de Koeman] ou é assim-assim? Jesualdo Ferreira parece-me que continua a ser o "professor" Jesualdo Ferreira.
[Para uma total compreensão desta dúvida scroll down até três posts abaixo]
[Para uma total compreensão desta dúvida scroll down até três posts abaixo]
Venda-se!
Isto até é capaz de ser uma boa ideia. Pior não há-de ser, mas isto pode ser só um problema meu que tenho uma aversão extrema a estes senhores e ao seu, enfim, modus operandi.
segunda-feira, fevereiro 06, 2006
Junk food, my foot! [the sequel]
Nada maus os rotolini de requeijão e espinafres. Foi a primeira vez que experimentei e são capazes de substituir os ravioli da 4 Salti. Em dias como este, claro.
Junk food, my foot!
Rotolini de requeijão e espinafres.
Em dias como este, é que dou valor aos produtos 4 Salti.
Em dias como este, é que dou valor aos produtos 4 Salti.
Bolas ao poste
Subitamente, Ronald Koeman é um treinador de "mierda", Paulo Bento cada vez mais um grande treinador e Co Adriaanse aguarda o jogo de amanhã para saber o veredicto. Entretanto, o facto mais significativo do fim de semana futebolístico nacional foi a vitória do Penafiel, que já nem sabia muito bem como era ganhar um jogo.
[Esta semana haverá mais alguma entrevista de Luís Filipe Vieira à SIC?...]
[Esta semana haverá mais alguma entrevista de Luís Filipe Vieira à SIC?...]
Caricaturas
Se alguém me quiser caricaturar, faça o favor. Prometo que não provocarei quaisquer distúrbios.
domingo, fevereiro 05, 2006
sexta-feira, fevereiro 03, 2006
Pontapés para o ar [afinal tudo volta ao normal]
Após o último SLB - SCP, estranhei a ausência de polémicas [eu diria imbecilidades] que abundam após os "grandes jogos" [que muitas vezes são tão confrangedores que chamar-lhes grandes, enfim...].
Entretanto, nos últimos dias tudo regressou à normalidade. Na verdade, a normalidade regressou quando uns idiotas quaisquer resolveram atacar o treinador do FCP [ou pelo menos o seu carro]. Parece que os idiotas se auto-denominam adeptos de futebol e do FCP. Casos para análise clinica especializada, diria eu. Hoje [ou ontem?] o FCP "cortou relações" com a claque dos Super-Dragões aos quais pertencerão os tais idiotas. E suspendeu todos os apoios, que não eram poucos, à dita claque. Imaginem o que não seria se o FCP não seguisse à frente do campeonato com 4 pontos de avanço sobre o segundo classificado. A esta hora já teriam provavelmente feito o funeral a Adriaanse. Literalmente.
Depois foi aparecendo uma fricçãozinha entre o Nacional da Madeira, que por incompetência alheia se encontra num estranho 3º lugar do campeonato, e o SCP, que por incompetência própria se encontra dois lugares abaixo. Parece que um tal de Rui Alves, presumo que presidente da insignificante agremiação madeirense [quanto dinheiro recebe do Governo Regional esta agremiação?] se equiparou ao SCP. O SCP não gostou e reagiu, ou tem vindo a reagir. Quem assim se rebaixa...
Ontem à noite, no tal noticiário da SIC que acidentalmente vi, esteve Luís Filipe Vieira a dar uma entrevista [não sei se não a terá comprado, mas enfim...] em directo. A grande ideia que o senhor fez passar foi, cito livremente e de memória, que "esse assunto faz parte do passado e não quero falar mais sobre isso". A minha dúvida é apenas uma: que critério jornalístico poderá ter levado um canal de televisão a ocupar significante parte do seu noticário com uma entrevista a um senhor que lá foi dizer que "não fala sobre assuntos passados"? [note-se que aqui se cruzam a normalidade do futebol nacional com a falta de assunto - de notícias - dos canais televisivos nacionais]
ATENÇÃO: [chamem-lhe falta de fair-play, arrogância, falta de capacidade de encaixe ou falta de espírito democrático] comentários de fanáticos por qualquer dos clubes mencionados, comentários que não apresentem argumentos, comentários idiotas e outros que tais serão sumariamente removidos da caixa de comentários.
ATENÇÃO: também não são bem vindos comentários de Rui Teixieira, Pinto da Costa, dirigentes do Sporting, Rui Alves, Luís Filipe Vieira, José Veiga, Gabriel Alves, Dias Ferreira, Jorge Coroado, Pôncio Monteiro, Fernando Seabra e mais umas centenas cujo nome me escapa.
ATENÇÃO: enfim, o senhor Gabriel Alves pode comentar. Sempre diverte os leitores.
Entretanto, nos últimos dias tudo regressou à normalidade. Na verdade, a normalidade regressou quando uns idiotas quaisquer resolveram atacar o treinador do FCP [ou pelo menos o seu carro]. Parece que os idiotas se auto-denominam adeptos de futebol e do FCP. Casos para análise clinica especializada, diria eu. Hoje [ou ontem?] o FCP "cortou relações" com a claque dos Super-Dragões aos quais pertencerão os tais idiotas. E suspendeu todos os apoios, que não eram poucos, à dita claque. Imaginem o que não seria se o FCP não seguisse à frente do campeonato com 4 pontos de avanço sobre o segundo classificado. A esta hora já teriam provavelmente feito o funeral a Adriaanse. Literalmente.
Depois foi aparecendo uma fricçãozinha entre o Nacional da Madeira, que por incompetência alheia se encontra num estranho 3º lugar do campeonato, e o SCP, que por incompetência própria se encontra dois lugares abaixo. Parece que um tal de Rui Alves, presumo que presidente da insignificante agremiação madeirense [quanto dinheiro recebe do Governo Regional esta agremiação?] se equiparou ao SCP. O SCP não gostou e reagiu, ou tem vindo a reagir. Quem assim se rebaixa...
Ontem à noite, no tal noticiário da SIC que acidentalmente vi, esteve Luís Filipe Vieira a dar uma entrevista [não sei se não a terá comprado, mas enfim...] em directo. A grande ideia que o senhor fez passar foi, cito livremente e de memória, que "esse assunto faz parte do passado e não quero falar mais sobre isso". A minha dúvida é apenas uma: que critério jornalístico poderá ter levado um canal de televisão a ocupar significante parte do seu noticário com uma entrevista a um senhor que lá foi dizer que "não fala sobre assuntos passados"? [note-se que aqui se cruzam a normalidade do futebol nacional com a falta de assunto - de notícias - dos canais televisivos nacionais]
ATENÇÃO: [chamem-lhe falta de fair-play, arrogância, falta de capacidade de encaixe ou falta de espírito democrático] comentários de fanáticos por qualquer dos clubes mencionados, comentários que não apresentem argumentos, comentários idiotas e outros que tais serão sumariamente removidos da caixa de comentários.
ATENÇÃO: também não são bem vindos comentários de Rui Teixieira, Pinto da Costa, dirigentes do Sporting, Rui Alves, Luís Filipe Vieira, José Veiga, Gabriel Alves, Dias Ferreira, Jorge Coroado, Pôncio Monteiro, Fernando Seabra e mais umas centenas cujo nome me escapa.
ATENÇÃO: enfim, o senhor Gabriel Alves pode comentar. Sempre diverte os leitores.
quinta-feira, fevereiro 02, 2006
Ver
Ontem à noite sintonizei a SIC por volta das 20h00 para "ver as notícias". É um estranho impulso este que cada vez consigo controlar melhor, mas ontem foi mais forte que eu. Praticamente já não vejo noticiários e, se tudo correr bem, hei-de desligar-me completamente deste hábito. Nem tem sido preciso esforçar-me, essa é que é a verdade. As nossas, salvo seja, televisões têm-se encarregado de fazer descer o jornalismo televisivo a um nível tão rasteiro que cada vez mais me esqueço de que são horas de "ver as notícias". A internet, alguma rádio e os jornais lá vão suprindo esta estranha necessidade de "saber as notícias". Cada vez preciso menos de "ver as notícias". Ver, gosto de ver os meus amigos ou um bom filme. Quanto às notícias, cada vez mais me basta sabe-las. Ouvindo ou lendo.
quarta-feira, fevereiro 01, 2006
segunda-feira, janeiro 30, 2006
Pontapés para o ar
Desde sábado que anda por aí um estranho fenómeno. O Benfica perdeu em casa com o Sporting e ainda não ouvi ninguém dizer que a culpa foi da equipa de arbitragem. Não houve penalties por assinalar? Golos em fora-de-jogo? Agressões por sancionar? Anda toda a gente distraida? [*] Já não estamos em Portugal? O que é que se passa?
Para os benfiquistas parece que a culpa foi de Ronald Koeman que é "um incompetente" e se "pôs a inventar" [parece que falam do mesmo Koeman que era um dos melhores treinadores do mundo quando ganhou ao Porto e eliminou o Manchester da Liga dos Campeões].
[*] Por acaso até houve uma agressão por sancionar: a entrada brutal de Petit sobre Liedson já no final do jogo. Pedro Henriques, árbitro habituado à dureza da vida militar, achou que um cartão amarelo era suficiente.
Para os benfiquistas parece que a culpa foi de Ronald Koeman que é "um incompetente" e se "pôs a inventar" [parece que falam do mesmo Koeman que era um dos melhores treinadores do mundo quando ganhou ao Porto e eliminou o Manchester da Liga dos Campeões].
[*] Por acaso até houve uma agressão por sancionar: a entrada brutal de Petit sobre Liedson já no final do jogo. Pedro Henriques, árbitro habituado à dureza da vida militar, achou que um cartão amarelo era suficiente.
domingo, janeiro 29, 2006
Let it snow, let it snow, let it snow
Nasci e vivi os primeiros anos da minha infância num país onde neva a sério. É das coisas de que mais saudades tenho. Hoje deu para atenuá-las ligeiramente. Em Tomar.
[Há 23 anos que não caía neve por estas bandas]
[Há 23 anos que não caía neve por estas bandas]
sexta-feira, janeiro 27, 2006
quinta-feira, janeiro 26, 2006
Outro prémio
E verdadeiramente merecido: a Universidade de Coimbra atribuiu a Maria Helena da Rocha Pereira [que tive o privilégio de ter como professora] o Prémio Universidade de Coimbra.
?Sempre com a exigência, o rigor e o método a guiar-lhe os passos, sempre com os princípios éticos e os valores humanos a moldar-lhe os actos, ao longo dos anos, a figura de Maria Helena da Rocha Pereira ? mestre na plena acepção da palavra, quer na acção, quer na obra que produziu ? foi-se firmando como pessoa de vasto e elevado saber, persistentemente atenta às novidades e últimas descobertas da ciência?, disse o júri que decidiu a quem atribuir este prémio.
Quem assistiu às suas aulas - no meu tempo perante imensas plateias no anfiteatro II da FLUC - sabe a paixão contagiosa que Maria Helena da Rocha Pereira devota à cultura clássica, particularmente a Grega.
Pela minha parte, parabéns doutora. E obrigado.
?Sempre com a exigência, o rigor e o método a guiar-lhe os passos, sempre com os princípios éticos e os valores humanos a moldar-lhe os actos, ao longo dos anos, a figura de Maria Helena da Rocha Pereira ? mestre na plena acepção da palavra, quer na acção, quer na obra que produziu ? foi-se firmando como pessoa de vasto e elevado saber, persistentemente atenta às novidades e últimas descobertas da ciência?, disse o júri que decidiu a quem atribuir este prémio.
Quem assistiu às suas aulas - no meu tempo perante imensas plateias no anfiteatro II da FLUC - sabe a paixão contagiosa que Maria Helena da Rocha Pereira devota à cultura clássica, particularmente a Grega.
Pela minha parte, parabéns doutora. E obrigado.
Prémio
Apesar de a qualidade musical da TSF continuar a um nível abaixo do rasteiro, reconheço que há por ali qualidade jornalística. Soube pelo Diário Digital que a agência EFE acha o mesmo e até premiou Cláudia Fragoso Henriques por um trabalho sobre os atentados de 11 de Março em Madrid. É justo dar os parabéns à premiada e a quem a emprega. Como justo é continuar a lamentar que musicalmente a TSF continue a ser tão mázinha.
[Está bem, está bem, a TSF é uma rádio de notícias, não é uma estação musical, mas custa muito apresntar alguma qualidade musical?]
[Está bem, está bem, a TSF é uma rádio de notícias, não é uma estação musical, mas custa muito apresntar alguma qualidade musical?]
Sexo dispendioso
Um estudo revelou que os casais britânicos provocam uma destruição calculada em 350 milhões de libras ao ter relações sexuais, digamos, enérgicas. Candeeiros, vasos, camas, cortinas e cortinados são os objectos mais destruidos pelos quentes casais britânicos. O mesmo estudo revela ainda quais os ferimentos mais comuns sofridos durante os actos sexuais pelos fogosos britânicos.
E o resto do mundo a pensar que aquela gente é fria...
[Faço notar que este post tem mais de duas frases - será que já lá vai a fase minimal?]
E o resto do mundo a pensar que aquela gente é fria...
[Faço notar que este post tem mais de duas frases - será que já lá vai a fase minimal?]
quarta-feira, janeiro 25, 2006
Não sei que se passa, mas...
... por aqui os posts andam de um minimalismo confrangedor. Ao viajante incauto: não passe por este blog tão cedo.
terça-feira, janeiro 24, 2006
segunda-feira, janeiro 23, 2006
Aqui...
... não há análises profundas sobre o que se passou ontem em Portugal. É escusado. Vá a outro blog.
domingo, janeiro 22, 2006
Interrogação
Se Cavaco realmente cooperar com o governo, como prometeu e no que não me custa a acreditar, pergunto-me como poderão o PSD e Marques Mendes fazer oposição a Sócrates.
Fim de semana VII
Winners: Cavaco Silva, Manuel Alegre
Loosers: Mário Soares, Jerónimo de Sousa, Francisco Louçã e Garcia Pereira
Loosers: Mário Soares, Jerónimo de Sousa, Francisco Louçã e Garcia Pereira
Fim de semana V
Ingleses pretendem Scolari a substituir Eriksson. É decadência total da Velha Albion...
Fim de semana III
Em dia de eleições, devia escrever um post inteligente, mas é domingo e aos domingos o meu cérebro fica em standby.
Fim de semana II
Um pouco antes do fecho das urnas lá irei depositar o meu voto [branco não será]. Vou votar contrariado. Muito contrariado.
Fim de semana
Ontem foi "dia de reflexão" para os eleitores portugueses. Eu passei boa parte do dia a pensar no modo de estar presente em duas festas de aniversário, em duas cidades diferentes, no mesmo dia.
sexta-feira, janeiro 20, 2006
Um post a propósito de um comentário
O amigo [*] Rui Semblano diz num comentário ao post anterior desde que Vasco Pulido Valente escreveu sobre Hiroxima nunca mais leu as suas crónicas. Confesso que já não me recordo muito bem do que VPV escreveu sobre Hiroxima, nem é esse o motivo deste post. Faz-me confusão que se deixe de ler um cronista [ou um comentador político] apenas porque escreveu algo com que não concordamos. É como deixar de ler um bom romancista porque escreveu um mau romance, ignorar um bom poeta por um mau poema ou deixar de ouvir um bom músico por causa de uma má canção.
Durante anos li com prazer muitos textos de Paulo Portas n'O Independente e raramente concordei com ele. Miguel Sousa Tavares escreveu e disse coisas que considero absurdas e é, ainda hoje, um dos meus cronistas favoritos. Continuo a ler as opiniões de Pacheco Pareira e continuo a não concordar com muito do que escreve. Ou Francisco José Viegas ou Eduardo Prado Coelho ou Constança Cunha e Sá ou António Barreto e mais uns quantos [nos quais não se inclui, obviamente, essa estranha criatura que dá pelo nome de Luís Delgado].
[É impressão minha ou VPV acaba por concluir na sua análise a Eanes, Soares e Sampaio que, dos três, o melhor presidente que tivemos foi Sampaio?]
[*] Amigo que não conheço pessoalmente mas que, se bem me lembro, prometeu pagar um cafézinho no Paraíso quando passar cá por Tomar...
Durante anos li com prazer muitos textos de Paulo Portas n'O Independente e raramente concordei com ele. Miguel Sousa Tavares escreveu e disse coisas que considero absurdas e é, ainda hoje, um dos meus cronistas favoritos. Continuo a ler as opiniões de Pacheco Pareira e continuo a não concordar com muito do que escreve. Ou Francisco José Viegas ou Eduardo Prado Coelho ou Constança Cunha e Sá ou António Barreto e mais uns quantos [nos quais não se inclui, obviamente, essa estranha criatura que dá pelo nome de Luís Delgado].
[É impressão minha ou VPV acaba por concluir na sua análise a Eanes, Soares e Sampaio que, dos três, o melhor presidente que tivemos foi Sampaio?]
[*] Amigo que não conheço pessoalmente mas que, se bem me lembro, prometeu pagar um cafézinho no Paraíso quando passar cá por Tomar...
quinta-feira, janeiro 19, 2006
VPV
Era para escrever aqui qualquer coisa sobre o artigo de Vasco Pulido Valente no Público de hoje mas não vale a pena. Só lendo mesmo.
[Se é um regabofe ou não, não sei. Mas não me parece].
[Sem qualquer relação: o próximo post que publicar vai atirar com Elisabeth Taylor para fora da página principal deste blog. De certo modo, não deixa de ser irónico que um homem vá livrar-se tão facilmente de Elisabeth Taylor.]
[Se é um regabofe ou não, não sei. Mas não me parece].
[Sem qualquer relação: o próximo post que publicar vai atirar com Elisabeth Taylor para fora da página principal deste blog. De certo modo, não deixa de ser irónico que um homem vá livrar-se tão facilmente de Elisabeth Taylor.]
Violência verbal [*]
É o que espero do artigo de Vasco Pulido Valente sobre os presidentes Eanes, Soares e Sampaio] prometido para o Público de hoje. Vai ser um... regabofe?
[*] Violência é capaz de ser um bocadinho exagerado. Acutilância seria talvez mais adequado.
[*] Violência é capaz de ser um bocadinho exagerado. Acutilância seria talvez mais adequado.
Regabofe
[Mais um para a secção de posts absolutamente inúteis]
Gosto da palavra que encima este post. Acho que não é suficientemente usada em Portugal [e por vezes nem sequer é adequadamente utilizada]. Eu próprio raramente a uso e penitencio-me por isso. Daí este texto. Foi escrito com a exclusiva inenção de utilizar a palavra em causa, pelo menos, duas vezes.
Regabofe.
Já está.
Gosto da palavra que encima este post. Acho que não é suficientemente usada em Portugal [e por vezes nem sequer é adequadamente utilizada]. Eu próprio raramente a uso e penitencio-me por isso. Daí este texto. Foi escrito com a exclusiva inenção de utilizar a palavra em causa, pelo menos, duas vezes.
Regabofe.
Já está.
quarta-feira, janeiro 18, 2006
Ano de colheita: 1984
Fistful of Metal, Anthrax
Steeltown, Big Country
The Top, The Cure
Some Great Reward, Depeche Mode
Eden, Everything But The Girl
The Wonderful and Frightening World of the Fall, The Fall
Walking in the Shadow of the Big Man, Guadalcanal Diary
Zen Arcade, Hüsker Dü
Powerslave, Iron Maiden
How Will The Wolf Survive?, Los Lobos
Like A Virgin, Madonna
Steeltown, Big Country
The Top, The Cure
Some Great Reward, Depeche Mode
Eden, Everything But The Girl
The Wonderful and Frightening World of the Fall, The Fall
Walking in the Shadow of the Big Man, Guadalcanal Diary
Zen Arcade, Hüsker Dü
Powerslave, Iron Maiden
How Will The Wolf Survive?, Los Lobos
Like A Virgin, Madonna

Ride the Lightning, Metallica
Double Nickels on the Dime, The Minutemen
From Her To Eternity, Nick Cave & The Bad Seeds
Purple Rain, Prince
Reckoning, R.E.M.
Hyaena, Siouxie & The Banshees
Double Nickels on the Dime, The Minutemen
From Her To Eternity, Nick Cave & The Bad Seeds
Purple Rain, Prince
Reckoning, R.E.M.
Hyaena, Siouxie & The Banshees
Hatful of Hollow, The Smiths
Born in the USA, Bruce Springsteen
Soul Mining, The The
The Unforgettable Fire, U2
W.A.S.P., W.A.S.P.
Soul Mining, The The
The Unforgettable Fire, U2
W.A.S.P., W.A.S.P.
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Post arquivado com todas as capas em As colunas [sem surround]
[Some of] the music that rocked my world # 20

Where Eagles Dare / Revelations / Flight of Icarus / Die With Your Boots On / The Trooper / Still Life / Quest For Life / Sun And Steel / To Tame A Land
.../...
Os Iron Maiden foram durante alguns anos uma das minhas bandas de eleição. Comprei todos os seus álbuns até ao início dos anos 90, altura em que o meu interesse pelo heavy metal, por um lado, e a inspiração musical da banda, por outro, se desvaneciam. A primeira vez que os ouvi foi em The Number of the Beast [de 1982] mas só com este Piece of Mind me rendi à "dama de ferro" e ao heavy metal [durante um certo período só me faltava mesmo o cabelo comprido]. Este não é provavelmente o melhor disco da banda de Steve Harris [fundador, baixista e principal compositor], mas foi este um dos discos de heavy metal que mais me marcaram, precisamente porque foi com ele que aderi incondicionalmente aos sons mais pesados [e muito mal-afamados na época] do heavy metal. Não sendo o melhor dos Iron Maiden, em nove temas, Piece of Mind contém quatro clássicos da banda: Revelations, Flight of Icarus, Die With Your Boots On e The Trooper. Vi-os ao vivo três vezes, sempre em Portugal, a primeira das quais a 5 de Dezembro de 1986 [no recém-demolido Dramático de Cascais], o meu primeiro concerto internacional [com os infames W.A.S.P. a fazer a primeira parte]. Quanto mais não fosse, o trabalho dos Iron Maiden no início dos anos 80 faz deles uma das bandas fundamentais para a compreensão, e para a própria definição, do que seria o heavy metal - e muitos dos seus derivados - a partir de meados da década de 80.
.../...
No ano da edição de Piece of Mind [1983] eu andava pela Escola Secundária e Polivalente do Entroncamento e passava o Verão na rua, em correrias de bicicleta e jogos de futebol no adro da igreja da aldeia onde cresci, paredes meias com o cemitério. Portugal vivia à beira da bancarrota e Mário Soares substituia nesse ano Francisco Pinto Balsemão na chefia do governo, formando-se então o famoso Bloco Central [cuja herança ainda hoje é visível na sociedade portuguesa]. Nesse mesmo ano, Björn Borg abandonva o ténis depois de vencer cinco vezes seguidas o Torneio de Wimbledon e Tennessee Williams morria no Hotel Elysée em Nova Iorque. A Swatch colocava à venda os seus primeiros relógios, a primeira Disneyland fora dos Estados Unidos abria em Tóquio e Flashdance e Star Wars - O Regresso de Jedi esgotavam cinemas pelo mundo. O nazi Klaus Barbie era finalmente capturado e a Stern publicava os Diários de Hitler [havia de se descobrir depois que eram falsos].
Com o mundo dividido ao meio [Ronald Reagan refere-se nesse ano à União Soviética como o "império do mal"], o Irão invadia o sudoeste do Iraque, numa guerra que duraria vários anos e custaria muitos milhares de mortos.
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Post arquivado em As colunas [sem surround]
Os Iron Maiden foram durante alguns anos uma das minhas bandas de eleição. Comprei todos os seus álbuns até ao início dos anos 90, altura em que o meu interesse pelo heavy metal, por um lado, e a inspiração musical da banda, por outro, se desvaneciam. A primeira vez que os ouvi foi em The Number of the Beast [de 1982] mas só com este Piece of Mind me rendi à "dama de ferro" e ao heavy metal [durante um certo período só me faltava mesmo o cabelo comprido]. Este não é provavelmente o melhor disco da banda de Steve Harris [fundador, baixista e principal compositor], mas foi este um dos discos de heavy metal que mais me marcaram, precisamente porque foi com ele que aderi incondicionalmente aos sons mais pesados [e muito mal-afamados na época] do heavy metal. Não sendo o melhor dos Iron Maiden, em nove temas, Piece of Mind contém quatro clássicos da banda: Revelations, Flight of Icarus, Die With Your Boots On e The Trooper. Vi-os ao vivo três vezes, sempre em Portugal, a primeira das quais a 5 de Dezembro de 1986 [no recém-demolido Dramático de Cascais], o meu primeiro concerto internacional [com os infames W.A.S.P. a fazer a primeira parte]. Quanto mais não fosse, o trabalho dos Iron Maiden no início dos anos 80 faz deles uma das bandas fundamentais para a compreensão, e para a própria definição, do que seria o heavy metal - e muitos dos seus derivados - a partir de meados da década de 80.
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No ano da edição de Piece of Mind [1983] eu andava pela Escola Secundária e Polivalente do Entroncamento e passava o Verão na rua, em correrias de bicicleta e jogos de futebol no adro da igreja da aldeia onde cresci, paredes meias com o cemitério. Portugal vivia à beira da bancarrota e Mário Soares substituia nesse ano Francisco Pinto Balsemão na chefia do governo, formando-se então o famoso Bloco Central [cuja herança ainda hoje é visível na sociedade portuguesa]. Nesse mesmo ano, Björn Borg abandonva o ténis depois de vencer cinco vezes seguidas o Torneio de Wimbledon e Tennessee Williams morria no Hotel Elysée em Nova Iorque. A Swatch colocava à venda os seus primeiros relógios, a primeira Disneyland fora dos Estados Unidos abria em Tóquio e Flashdance e Star Wars - O Regresso de Jedi esgotavam cinemas pelo mundo. O nazi Klaus Barbie era finalmente capturado e a Stern publicava os Diários de Hitler [havia de se descobrir depois que eram falsos].
Com o mundo dividido ao meio [Ronald Reagan refere-se nesse ano à União Soviética como o "império do mal"], o Irão invadia o sudoeste do Iraque, numa guerra que duraria vários anos e custaria muitos milhares de mortos.
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Post arquivado em As colunas [sem surround]
É a p**a da loucura
A continuar assim, ainda se vai descobrir que o exercício físico é a solução para todos os problemas da humanidade. Agora descobriram que quem se exercita fisicamente corre menos riscos de sofrer de demência. Calhando, ainda hão-de descobrir que o exercício físico até reduz o défice. Por outro lado, começo a perceber as atitudes de certas pessoas que por aí andam, especialmente nos mundos da política e do futebol. Notoriamente, não se exercitaram quando deviam.
[De repente pergunto-me se o meu sedentarismo não poderá explicar, por exemplo, a existência deste blog - ou pelo menos de alguns posts]
[De repente pergunto-me se o meu sedentarismo não poderá explicar, por exemplo, a existência deste blog - ou pelo menos de alguns posts]
terça-feira, janeiro 17, 2006
Escutado
Souto Moura vai ao Parlamento na próxima sexta feira para ser escutado pela Comissão de Assuntos Constitucionais. Eu só não entendo porque motivo poderá ainda haver quem queira escutar o actual Procurador-Geral da República sobre o que quer que seja.
Futebol a alta velocidade
A 19 de Novembro um jogador do Benfica fez um gesto qualquer para os jogadores do Braga. Agora a Comissão Disciplinar da Liga Portuguesa de Futebol Profissional multou o jogador do Benfica. E nem sequer passaram 2 meses. Um processo rápido, como se vê.
segunda-feira, janeiro 16, 2006
Pois, pois...
O comissário Lopes Martins é o comandante da PSP cá da terra. O senhor não acha mal que tenham semeado rotundas e "passadeiras" elevadas pela cidade. Acha que são "redutores de velocidade" [e até são - e as "passadeiras" então podem até ser mais que isso: podem ser uma mina para os mecânicos locais].
Em entrevista a um dos jornais locais, o senhor comissário promete mão pesada para os prevaricadores em 2006. Diz ele que não haverá contemplações para os automobilistas que andam por cá a acelerar e a estacionar em tudo quanto é sítio [especialmente em cima dos passeios ou, em alternativa, em segunda e terceira filas].
Eu faço de conta que acredito e que é desta que os agentes da PSP local vão passar a andar com os olhos abertos para as centenas de infracções diárias cometidas na minha cidade.
Em entrevista a um dos jornais locais, o senhor comissário promete mão pesada para os prevaricadores em 2006. Diz ele que não haverá contemplações para os automobilistas que andam por cá a acelerar e a estacionar em tudo quanto é sítio [especialmente em cima dos passeios ou, em alternativa, em segunda e terceira filas].
Eu faço de conta que acredito e que é desta que os agentes da PSP local vão passar a andar com os olhos abertos para as centenas de infracções diárias cometidas na minha cidade.
domingo, janeiro 15, 2006
sexta-feira, janeiro 13, 2006
Sair [publicidade semi-dissimulada]
Logo à noite motivos semi-profissionais levam-me a Leiria. O jantar vai ser no sítio do costume, provavelmente o restaurante mais bonito de uma cidade pela qual até cultivo alguma antipatia. A ementa vai, sem dúvida, ser centro-americana [algures entre Cuba e o México]. O "sítio do costume" chama-se Abadia e fica num primeiro andar. Depois do jantar a noite continua no rés do chão, no Abadia Bar.
quinta-feira, janeiro 12, 2006
Finders, keepers
[ou outra forma de dizer, achado não é roubado]

As pessoas tiram fotografias e retratos. Normalmente essas imagens são guardadas, e acarinhadas, pelas pessoas. Às vezes rasgam-nas, outras deitam-nas fora. Na Argentina alguém teve a ideia de apanhar do chão e de recolher dos caixotes do lixo as fotografias e retratos de que outras pessoas se desfizeram. E fez um site - Fotos Encontradas - com elas [cheguei lá através deste post da Máquina de Café].

"Todas las fotos y los objetos que figuran aquí han sido encontradas en las calles de Buenos Aires, sobre todo en los barrios de Once y Paternal: gran parte de ellas dentro de las bolsas de residuos de los domingos, muchas otras tiradas en la vereda o en la calle. El resto parecen haber sido extraviadas por sus dueños."

Descubro entretanto que há mais quem tinha tido a mesma ideia. Frederic Bonn, por exemplo, que criou o site Look At Me. Fotos Encontradas e Look At Me são dois sites fascinantes. Estranhamente, ou talvez não, ao olharmos fotografias que os seus donos abandonaram não sinto que esteja a invadir a privacidade das pessoas retratadas. Talvez porque como diz Bonn, "The images now are nameless, without connection to the people they show, or the photographer who took them."

[todas as imagens reproduzidas neste post são da secção Pedazos de Fotos Encontradas]
Lopes & Silva, Lda.
Santana Lopes resolveu intervir na campanha presidencial, e a SIC Notícias deu-lhe airplay. Santana quebrou o silêncio para se atirar a Cavaco Silva, candidato apoiado pelo PPD/PSD [como Lopes gosta de se lhe referir] e por um "outro partido" [como Silva gosta de se lhe referir]. Com a intervenção de Lopes, Silva deverá ter ganho mais uns quantos votos.
Galheteiros
[Plagiando descarada e despudoradamente o Contra-indicado] Sobre a proibição dos galheteiros que entrou em vigor, eu diria que mais do que uma lei que proiba os galheteiros em restaurantes é preciso uma lei que proiba comer em certos restaurantes.

[Texto original no Contra-indicado: "Mais do que uma lei que proiba fumar em restaurantes é preciso uma lei que proiba comer em certos restaurantes."]
quarta-feira, janeiro 11, 2006
Aviso à navegação
A série [Some of the] music that rocked my world ainda não terminou e regressa em breve com, e aqui é que reside o perigo, uma sequência de três discos de heavy-metal.
Um outro olhar sobre Paris
Enquanto não completa o seu percurso [a pé] pela Circle Line de Londres, Rob Gardiner esteve em Paris e ofereceu-nos alguns olhares alternativos sobre vários locais bem conhecidos da cidade-luz.
FJV
Soube, à hora do jantar, que Francisco José Viegas é o novo director da Casa Fernando Pessoa. Espero que os seus novos afazeres não reduzam a "serviços mínimos" a sua presença no mundo dos blogs. Estou certo, porém, que naquela casa o seu trabalho será exemplar. Além do mais, Portugal precisa mais de uma Casa Fernando Pessoa viva e dinâmica do que de blogs. Mesmo que sejam blogs como o de Francisco José Viegas.
Uma campanha triste
Soares acha, ou pelo menos diz que acha, que se perder a culpa será sua. Espanta-me, porém, que afaste do PS toda a responsabilidade por uma eventual derrota. Afinal de contas, Soares nunca mostrou exactamente simpatia, ou sequer alguma afinidade, por José Sócrates.
Cavaco, entretanto, pede-nos que avaliemos o "carácter" dos candidatos, acresecentando rapidamente que, a ele, "nunca ninguém o viu ou irá ver atacar, insultar ou ser menos respeitoso". Pois não, mas pedir aos eleitores que avaliem o "carácter" dos candidatos não será insinuar que há candidatos cujo "carácter" não os recomenda para a presidência?
A este tipo de argumentação, prefiro os "insultos" [muitas aspas aqui] que Soares proferiu contra o seu adversário. Ao menos, Soares disse [diz] o que realmente pensa sobre Cavaco em vez de andar com insinuações e meias-palavras, o que num país de "consensos", falinhas mansas e brandos costumes, me parece louvável. Para não dizer pedagógico.
Em Portugal, continuamos no nível zero da argumentação política. Nada surpreendente, aliás. Só os ingénuos poderiam ter esperado que o combate entre Cavaco e Soares iria ser ideologicamente rico. Quanto mais não fosse porque, de facto, um dos candidatos [sim, Cavaco] nunca foi conhecido pelas sólidas convicções ideológicas.
Cavaco, entretanto, pede-nos que avaliemos o "carácter" dos candidatos, acresecentando rapidamente que, a ele, "nunca ninguém o viu ou irá ver atacar, insultar ou ser menos respeitoso". Pois não, mas pedir aos eleitores que avaliem o "carácter" dos candidatos não será insinuar que há candidatos cujo "carácter" não os recomenda para a presidência?
A este tipo de argumentação, prefiro os "insultos" [muitas aspas aqui] que Soares proferiu contra o seu adversário. Ao menos, Soares disse [diz] o que realmente pensa sobre Cavaco em vez de andar com insinuações e meias-palavras, o que num país de "consensos", falinhas mansas e brandos costumes, me parece louvável. Para não dizer pedagógico.
Em Portugal, continuamos no nível zero da argumentação política. Nada surpreendente, aliás. Só os ingénuos poderiam ter esperado que o combate entre Cavaco e Soares iria ser ideologicamente rico. Quanto mais não fosse porque, de facto, um dos candidatos [sim, Cavaco] nunca foi conhecido pelas sólidas convicções ideológicas.
Aqueles horríveis anos 80
Há dois dias, em conversa com amigos e cumplíces, discuti as piores canções dos anos 80 [nitido sintoma de envelhecimento: só quem viveu / cresceu nos aparentemente longínquos anos 80 pode ter discussões deste calibre]. Enfim, envelhecimentos à parte, não chegámos a um consenso definitivo sobre "as piores canções dos anos 80", mas a minha escolha pessoal vai para I Just Called To Say I Love You de Stevie Wonder, I Should Have Known Better de Jim Diamond e Final Countdown dos Europe. Três "belos" exemplos do muito de mau que se fez nos, agora na moda, anos 80. Muitos outros poderia dar [Samantha Fox, Sabrina, Modern Talking, Kajagoogoo, Sandra, John Waite, Phil Collins, Foreigner e mais uns quantos forneceram matéria-prima suficiente para fazer vários The Worst of the 80's], mas aqueles três servem para concluir que, ao contrário do que alguns revivalistas dos anos 80 querem fazer crer, naquela década nem tudo foi, musicalmente, bom. Ou sequer razoável. Como aliás, em todas as décadas.
terça-feira, janeiro 10, 2006
Missing in action [or not]
O blog Pilar da Ponte de Tédio desapareceu do mapa há uns tempos e só hoje descobri [porque fui à procura, verdade seja dita] o que anda a Elisa a fazer. Está - continua a embebedar-se - aqui.
Quem nunca se sabe se está morto ou apenas adormecido é este blog. De momento parece estar acordado [ou pelo menos semi-consciente].
Finalmente, no Mel de Lama já não se lê praticamente nada. Mas continuam a haver posts. Com fotografias.
Quem nunca se sabe se está morto ou apenas adormecido é este blog. De momento parece estar acordado [ou pelo menos semi-consciente].
Finalmente, no Mel de Lama já não se lê praticamente nada. Mas continuam a haver posts. Com fotografias.
Música do demo [mais colectâneas pessoais # 4]
Mais uns quantos temas que ficam, todos juntos, num CD:
1. Robert Johnson: Me and the Devil Blues; 2. The Rolling Stones: Sympathy for the Devil; 3. Jerry Lee Lewis: Great Balls of Fire; 4. Guana Batz: I'm on Fire; 5. The White Stripes: Blue Orchid; 6. The Neckbones: Crack Whore Blues; 7. Guana Batz: B-side Blues; 8. ZZ Top: La Grange; 9. Veruca Salt: My Sharona; 10. The 5, 6, 7, 8's: Bomb the Twist; 11. The Dix: Here Comes The Dix; 12. The Fleshtones: Roman Gods; 13. Buzzcocks: Why Can't I Touch It?; 14. R.L. Burnside: Snake Drive; 15. Frank Zappa: Tities and Beer; 16. The White Stripes: The Denial Twist; 17. Wayne County & Electric Chairs: Fuck Off; 18. The Fendermen: Muleskinner Blues; 19. John Lee Hooker feat. Van Morrison: I Cover the Waterfront
1. Robert Johnson: Me and the Devil Blues; 2. The Rolling Stones: Sympathy for the Devil; 3. Jerry Lee Lewis: Great Balls of Fire; 4. Guana Batz: I'm on Fire; 5. The White Stripes: Blue Orchid; 6. The Neckbones: Crack Whore Blues; 7. Guana Batz: B-side Blues; 8. ZZ Top: La Grange; 9. Veruca Salt: My Sharona; 10. The 5, 6, 7, 8's: Bomb the Twist; 11. The Dix: Here Comes The Dix; 12. The Fleshtones: Roman Gods; 13. Buzzcocks: Why Can't I Touch It?; 14. R.L. Burnside: Snake Drive; 15. Frank Zappa: Tities and Beer; 16. The White Stripes: The Denial Twist; 17. Wayne County & Electric Chairs: Fuck Off; 18. The Fendermen: Muleskinner Blues; 19. John Lee Hooker feat. Van Morrison: I Cover the Waterfront
Fascínio [fim de série]
Ao longo de algumas semanas fui por aqui coleccionando imagens de algumas das mais fascinantes divas que o século XX, por via do cinema, imortalizou. Nem todas foram actrizes excepcionais, mas todas seduziram e conquistaram audiências e corações. Algumas delas foram actrizes ímpares, das mais talentosas que alguma vez adornaram um écran de cinema. Duas delas são ainda hoje das minhas actrizes preferidas: Ingrid Bergman e Lauren Bacall.
Entretanto, recupera-as a todas [agora devidamente identificadas].
Entretanto, recupera-as a todas [agora devidamente identificadas].

Ingrid Bergman

Lauren Bacall

Marlene Dietrich

Ava Gardner

Greta Garbo

Audrey Hepburn

Jean Harlow

Lana Turner

Gloria Swanson



Rita Hayworth




Joan Crawford

Bette Davies

Rita Hayworth

Norma Shearer



Judy Garland

Katharine Hepburn

Sophia Loren

Grace Kelly

Romy Schneider

Elisabeth Taylor

Marilyn Monroe
Pois claro que não está!
A Sombra está activa. My mistake. Já saiu da secção Inactivos & Extintos. Não sei o que me passou pela cabeça [uma, hum, ideia peregrina talvez...]. O Rui que me desculpe.
segunda-feira, janeiro 09, 2006
Trabalhar até morrer
Isto só pode ser provocação a um dos candidatos, obrigado a concorrer pelo partido que suporta o governo.
Subitamente...
... um morto entra na campanha. Estes senhores andam desnorteados. Ainda assim, prefiro que um morto entre na campanha do que haja mortos que vão votar, como chegou a acontecer em Portugal há uns anos...
domingo, janeiro 08, 2006
sábado, janeiro 07, 2006
[Mais] colectâneas pessoais # 3
Mais umas mãos cheias de temas que achei poderem ficar muito bem, todas juntas, num CD:
1. Roy Budd: Get Carter; 2. Black Moth Super Rainbow: Boatfriend; 3. Grizzly Bear: Fix It; 4. Jamie Lidell: Multiply; 5. The Thing: Art Star; 6. The Flaming Stars: Get Carter [Roy Budd cover-version]; 7. Populous: The Dixie Saga; 8. Money Mark: Another Day To Love You; 9. Nathan Michael: The Planet We Live In; 10. Odd Nosdam feat. Mike Patton: 11th Avenue Breakdown Pt. 1; 11. Slide Five: Polestar; 12. Stereolab: Get Carter [Roy Budd cover-version]; 13. Jamie Lidell: Multiply [Gonzales Remix]; 14. Hint: Count Your Blessings [Minotaur Shock Remix]; 15. KnifeHandShop: Transition Emotion; 16. The Field Mice: Other Galaxies; 17. Waldeck: Aquarius - Mushroom Dive
1. Roy Budd: Get Carter; 2. Black Moth Super Rainbow: Boatfriend; 3. Grizzly Bear: Fix It; 4. Jamie Lidell: Multiply; 5. The Thing: Art Star; 6. The Flaming Stars: Get Carter [Roy Budd cover-version]; 7. Populous: The Dixie Saga; 8. Money Mark: Another Day To Love You; 9. Nathan Michael: The Planet We Live In; 10. Odd Nosdam feat. Mike Patton: 11th Avenue Breakdown Pt. 1; 11. Slide Five: Polestar; 12. Stereolab: Get Carter [Roy Budd cover-version]; 13. Jamie Lidell: Multiply [Gonzales Remix]; 14. Hint: Count Your Blessings [Minotaur Shock Remix]; 15. KnifeHandShop: Transition Emotion; 16. The Field Mice: Other Galaxies; 17. Waldeck: Aquarius - Mushroom Dive
sexta-feira, janeiro 06, 2006
CC e S
Constança Cunha e Sá chega aos blogs em nome próprio. Já andava por aí, mas agora lança-se em nome individual. Das vedetas da análise política em Portugal só ficam a faltar Miguel Sousa Tavares e Vasco Pulido Valente [esqueçam o professor Marçelo que não faz cá falta nenhuma].
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