terça-feira, novembro 08, 2005
Listen well, and listen close
Papa's Got a Brand New Pigbag [dos Pigbag] foi um dos melhores temas que ouvi durante os estranhos anos 80, a década dos 12 polegadas [e provavelmente a última década do single]. Ainda hoje, é um excelente tema. É também um excelente exemplo de mistura e convivência de elementos musicais oriundos de diferentes culturas. Enjoy it...



Olhares sobre Viena
Tom gosta de fotografia e, notoriamente, de Viena, cidade onde habita. Todos os dias dá-nos uma foto diferente. Eu agradeço e fico cheio de vontade de lá ir.
Deixa-te estar, continua a afundar-te...
Não dá para resistir: Jaime Pacheco está em maus - péssimos - lençóis no Vitória de Guimarães. Não aprecio Pacheco nem um bocadinho e é com crueldade, reconheço, que aqui o digo. Ainda por cima a Académica também ajudou ao afundanço da criatura.
segunda-feira, novembro 07, 2005
A momentary lapse of insanity
Por volta das 9 da noite, num momento de insanidade temporária, fugiu-me o dedo sobre o telecomando da têvê para o algarismo 4. Estava lá Constança Cunha e Sá com Manuel Alegre à frente. O choque fez-me recuperar a lucidez momentaneamente perdida e saí dali rapidamente.
E o Manuel João Vieira, avança ou não avança?
E o Manuel João Vieira, avança ou não avança?
Dura lex, sed lex, não era?
Um idiota que andou anos a conduzir sem carta de condução apareceu triunfante na SIC porque "apanhou" 3 anos de prisão - com pena suspensa - e duas coimas. "Não sou nenhum assassino", disse o risonho imbecil, Vitorino de sua graça, com os amigos atrás, felizes e contentes. Só volta a conduzir, promete, quando tiver obtido a carta de condução. Repito: quando tiver obtido a carta de condução. Para que fique claro: um mentecapto que foi a tribunal por conduzir anos a fio sem carta de condução não foi impedido de tirar a carta de condução.
"Não matei ninguém", disse a besta. Pois não. Ainda não, pelo menos. Alguém ficará surpreendido se algum dia o fizer?
Não se trata aqui de intolerância. Trata-se do exemplo, da mensagem que um tribunal passa a todos os Vitorinos que por aí andam - ou poderão vir a andar - sem carta de condução. Ficam assim a saber com o que contam. Como se não bastassem já os inúmeros "Vitorinos", devidamente munidos da respectiva carta de condução, que por circulam.
Não sei por quem tenho neste momento menos respeito: se pelo pobre do Vitorino, se pelo juíz que o "condenou" a três anos de pena suspensa. E duas coimas.
"Não matei ninguém", disse a besta. Pois não. Ainda não, pelo menos. Alguém ficará surpreendido se algum dia o fizer?
Não se trata aqui de intolerância. Trata-se do exemplo, da mensagem que um tribunal passa a todos os Vitorinos que por aí andam - ou poderão vir a andar - sem carta de condução. Ficam assim a saber com o que contam. Como se não bastassem já os inúmeros "Vitorinos", devidamente munidos da respectiva carta de condução, que por circulam.
Não sei por quem tenho neste momento menos respeito: se pelo pobre do Vitorino, se pelo juíz que o "condenou" a três anos de pena suspensa. E duas coimas.
Ódios de estimação
Sempre achei salutar ter ódios de estimação e, pela minha parte, sempre cultivei os meus. Aliás, sempre cultivei vários ódios de estimação simultaneamente. Há uns anos eram os Oasis [tenho até alguma pena de não lhes ter atirado com uma garrafita num famoso Festival do Sudoeste], os Blur [sei agora que fui injusto], Jane Austen [continua intragável, desculpem lá] e Virginia Wolf [para escandalo da doutora Jacinta Matos]. Antes haviam sido os Dire Straits, os Queen e Júlio Dinis [acho que a doutora Maria de Deus já me perdoou as impertinências...]. Mais recentemente foram os Tindersticks e José Saramago. Agora são os Antony & The Johnsons. Mesmo sabendo que os ódios [de estimação ou não] como os amores não se explicam, sempre direi que não tenho pachorra para as lamechices do homem que lidera a trupe. Irrita-me até à exasperação. Não posso com a vozinha choramingona de Antony. E mais irritado fico se me tentam convencer dos méritos vocais e musicais da personagem.
P.S.: um ódio de estimação de sempre são os Beatles. Para o bem e para o mal, os gajos serão sempre grandes... Odeio-os com elevada estima.
P.S.: um ódio de estimação de sempre são os Beatles. Para o bem e para o mal, os gajos serão sempre grandes... Odeio-os com elevada estima.
Punk rock playlist [for France]
Sex Pistols, Anarchy In The UK
Dead Kennedys, California Uber Alles
The Clash, London Calling
Wire, Pink Flag
The Misfits, Last Caress
Ramones, Blitzkrieg Bop
X-Ray Spex, Germ Free Adolescents

Buzzcocks, Ever Fallen In Love [With Someone You Shouldn't've]?
Plasmatics, Sometimes I
Dead Boys, Sonic Reducer
The Clash, The Guns of Brixton
Dead Kennedys, Nazi Punks [Fuck Off]
Sex Pistols, No Feelings
The Stooges, No Fun
Dead Kennedys, California Uber Alles
The Clash, London Calling
Wire, Pink Flag
The Misfits, Last Caress
Ramones, Blitzkrieg Bop
X-Ray Spex, Germ Free Adolescents

Buzzcocks, Ever Fallen In Love [With Someone You Shouldn't've]?
Plasmatics, Sometimes I
Dead Boys, Sonic Reducer
The Clash, The Guns of Brixton
Dead Kennedys, Nazi Punks [Fuck Off]
Sex Pistols, No Feelings
The Stooges, No Fun
O caos europeu
"[...] o desemprego, a pobreza, o insucesso escolar e o sentimento de exclusão social marcam o dia-a-dia e criam uma mistura explosiva."

Em França como em muitos outros países europeus. Como em Portugal, à volta de Lisboa e do Porto, principalmente.

Shopping...
... for the remixes:

... for rock'n'roll [drums & bass rule, yeah!]:

... for the 80's [nostalgia creeps]:


... for rock'n'roll [drums & bass rule, yeah!]:

... for the 80's [nostalgia creeps]:

Só para dizer...
... que gostei muito do concerto de Isabelle Antena [porque éramos tão poucos?...]. O concerto de Young Gods está ainda em avaliação mas, não tendo sido mau, terá sido o pior concerto que deles vi [e é mesmo preciso tocar Skinflower e Gasoline Man?!...].
Boa noite.
Boa noite.
sexta-feira, novembro 04, 2005
Offline
... até segunda feira. Isabelle Antena e Youngs Gods são dois fortíssimos motivos para passar o fim de semana em Lisboa.
Percursos alternativos
Rob Gardiner percorreu, a pé, a Circle Line do metro de Londres. Consigo levou uma primitiva máquina fotográfica e no seu Nyclondon deixou os testemunhos dos seus percursos e algumas histórias [e muita História também]. É um outro olhar sobre Londres.
Television [the drug of the nation] # 2
Ao escrever o post anterior lembrei-me imediatamente de Television [daí o título], tema de 1988 dos obscuros mas nem por isso menos brilhantes Beatnigs de Michael Franti [mais tarde dos Disposable Heroes of Hipoprisy e actualmente nos Spearhead]. Os Beatnigs misturavam admiravelmente rap, punk e música indistrial e Television é um dos mais brilhantes temas que alguma vez ouvi. Ouvi principalmente a versão gravada pelos Disposable Heroes of Hiphoprisy incluida no seu único álbum Hipocrisy Is The Greatest Luxury. Logo a abrir, ouvimos Franti declarar "One nation under God has turned into one nation under the influence: television, the drug of the Nation, breeding ignorance and feeding radiation." Por vezes penso que Franti tem cada vez mais razão.

Television [the drug of the nation]
Curb Your Enthusiasm é uma sitcom norte-americana escrita e protagonizada por Larry David [parceiro de Jerry Seinfeld]. Dizem-me que é uma excelente série de humor. Dizem-me também que está para estrear um dia destes n' A Dois. Espero que sim, porque pelo que tenho lido e ouvido trata-se mesmo de uma série para devorar todos os episódios [e gravar para voltar a devorar mais tarde]. A confirmar-se a estreia de Curb Your Enthusiasm em Portugal [e já agora a sua propalada qualidade] e agora que Desperate Housewives chegou ao fim, continuarei a ter um motivo de peso para ligar a televisão.

Já agora, e se não fosse pedir muito, também não era nada mal pensado A Dois comprar Jam. Ouvi dizer que é uma cáustica série da BBC com o mais negro humor que é possível fazer em televisão.

Macacadas
Espantoso. Acabo de saber que os Gorillaz venceram a categoria Melhor Grupo dos prémios europeus da MTV. Para trás ficaram Coldplay, Green Day, U2 e Black Eyed Peas. Afinal, ainda resta um módico de bom gosto por aí [e mais não digo para não ser deselegante com os outros concorrentes].
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