Petit, profissional do SLB, é um dos maiores caceteiros do futebol português. No último jogo do SLB entrou violentamenta sobre um colega de profissão [Targino do Vitória de Guimarães], não foi expulso [como deveria ter sido] e foi-lhe instaurado um dos famosos processos sumaríssimos [famosos porque deveriam ser rapidamente resolvidos e nunca o são...]. As suas entradas violentas sobre colegas de profissão são frequentes mas o senhor continua a pisar os relvados de futebol [e os colegas].
Pinto da Costa, presidente de um dos maiores clubes de futebol portugueses, é outro dos grandes caceteiros do futebol português. São famosas as suas declarações incendiárias, que os fanáticos e os jornalistas desportivos gostam de descrever como "a ironia de Pinto da Costa." A última relaciona-se directamente com Petit: «Não vou ser eu que vou estar a julgar porque nem sequer vi o lance. Agora, que aquilo que me contaram pessoas em que eu acredito é que é uma entrada que por lei ter de ser punida com expulsão» Se não viu, mais valia ter ficado calado.
Luís Filipe Vieira, presidente de outro dos grandes clubes de futebol portugueses, é outro dos maiores caceteiros do futebol português. E então desde que Geovanni Trapatoni, o FCP e o SCP lhe ofereceram o campeonato nacional após um longo jejum o homem não se cala. São famosas as suas declarações, mas falta-lhe alguma da pouca subtileza que o seu ex-amigo e ex-parceiro de negócios Jorge Nuno ainda vai tendo. A última relaciona-se directamente com Petit e com Pinto da Costa: «Os tempos mudaram, pois há uns anos ninguém se preocupava se o Petit jogaria ou não. Esses senhores têm agora receio e, por eles, aplicavam sumaríssimos a todos os jogadores do Benfica.» Alguma palavra sobre a conduta violenta de Petit? Também não deve ter visto. Mais valia ter ficado calado.
Tudo isto é habitual: quer as entradas violentas de Petit quer as declarações de Pinto da Costa e Luís Filipe Vieira em vésperas de jogos ditos grandes. Depois, espantam-se que, volta não volta, os adeptos radicais se envolvam em cenas de pancadaria. Com os exemplos que vêm de cima, a mim só me espanta que haja jogos em que os adeptos se comportam normalmente.
Escusam de deixar comentários se for para dizer que é assim em toda a parte do mundo: como diz o povo [que às vezes até acerta...] "com o mal dos outros posso eu bem".
Pinto da Costa, presidente de um dos maiores clubes de futebol portugueses, é outro dos grandes caceteiros do futebol português. São famosas as suas declarações incendiárias, que os fanáticos e os jornalistas desportivos gostam de descrever como "a ironia de Pinto da Costa." A última relaciona-se directamente com Petit: «Não vou ser eu que vou estar a julgar porque nem sequer vi o lance. Agora, que aquilo que me contaram pessoas em que eu acredito é que é uma entrada que por lei ter de ser punida com expulsão» Se não viu, mais valia ter ficado calado.
Luís Filipe Vieira, presidente de outro dos grandes clubes de futebol portugueses, é outro dos maiores caceteiros do futebol português. E então desde que Geovanni Trapatoni, o FCP e o SCP lhe ofereceram o campeonato nacional após um longo jejum o homem não se cala. São famosas as suas declarações, mas falta-lhe alguma da pouca subtileza que o seu ex-amigo e ex-parceiro de negócios Jorge Nuno ainda vai tendo. A última relaciona-se directamente com Petit e com Pinto da Costa: «Os tempos mudaram, pois há uns anos ninguém se preocupava se o Petit jogaria ou não. Esses senhores têm agora receio e, por eles, aplicavam sumaríssimos a todos os jogadores do Benfica.» Alguma palavra sobre a conduta violenta de Petit? Também não deve ter visto. Mais valia ter ficado calado.
Tudo isto é habitual: quer as entradas violentas de Petit quer as declarações de Pinto da Costa e Luís Filipe Vieira em vésperas de jogos ditos grandes. Depois, espantam-se que, volta não volta, os adeptos radicais se envolvam em cenas de pancadaria. Com os exemplos que vêm de cima, a mim só me espanta que haja jogos em que os adeptos se comportam normalmente.
Escusam de deixar comentários se for para dizer que é assim em toda a parte do mundo: como diz o povo [que às vezes até acerta...] "com o mal dos outros posso eu bem".




























