1. Com Frank Zappa. Cruzei-me esporadicamente com Zappa ao longo dos anos mas, confesso, nunca lhe prestei a atenção devida. Nas últimas semanas tenho desenvolvido uma espécie de obsessão pelo artista.
2. Com um antigo professor. Um dos melhores professores que tive, com um sentido de humor apuradíssimo, é um Casmurro militante. E autor de um dos melhores blogs portugueses. E continua com o humor apuradíssimo.
3. Com Sherlock Holmes [e o romance policial]. Devorei os relatos do seu caro Watson há uns anos. Agora, por culpa do Público via Um Estudo em Vermelho [colecção 9mm], ando novamente obcecado por detectives, assassinos e mulheres fatais.
4. Com Nick Cave. Já por aqui referi este reencontro. Devorei os seus trabalhos até Tender Prey. Depois disso, e apesar de Henry's Dream e Let Love In não serem exactamente maus discos, foi sempre a descer. Reencontrei o australiano mais negro do planeta em Abattoir Blues / The Lyre of Orpheus. Acho que até já lhe perdoei as pieguices de The Good Son ou de The Boatman's Call...
5. [Update: imperdoável esquecimento, mas vindo de um devorador de electrónicas até se compreende, não se perdoa mas compreende-se...] Com o Rock. Não o reencontrei nos Strokes, Interpol ou Killers. Já nos The White Stripes [finalmente convenceram-me...], Yeah Yeah Yeahs [idem idem " "], The Kills, !!! e mais recentemente, nos Art Brut, Arcade Fire, Sleater-Kinney, M83 e Mobius Band o rock palpita e teima em não morrer. Louve-se-lhe a resistência.
2. Com um antigo professor. Um dos melhores professores que tive, com um sentido de humor apuradíssimo, é um Casmurro militante. E autor de um dos melhores blogs portugueses. E continua com o humor apuradíssimo.
3. Com Sherlock Holmes [e o romance policial]. Devorei os relatos do seu caro Watson há uns anos. Agora, por culpa do Público via Um Estudo em Vermelho [colecção 9mm], ando novamente obcecado por detectives, assassinos e mulheres fatais.
4. Com Nick Cave. Já por aqui referi este reencontro. Devorei os seus trabalhos até Tender Prey. Depois disso, e apesar de Henry's Dream e Let Love In não serem exactamente maus discos, foi sempre a descer. Reencontrei o australiano mais negro do planeta em Abattoir Blues / The Lyre of Orpheus. Acho que até já lhe perdoei as pieguices de The Good Son ou de The Boatman's Call...
5. [Update: imperdoável esquecimento, mas vindo de um devorador de electrónicas até se compreende, não se perdoa mas compreende-se...] Com o Rock. Não o reencontrei nos Strokes, Interpol ou Killers. Já nos The White Stripes [finalmente convenceram-me...], Yeah Yeah Yeahs [idem idem " "], The Kills, !!! e mais recentemente, nos Art Brut, Arcade Fire, Sleater-Kinney, M83 e Mobius Band o rock palpita e teima em não morrer. Louve-se-lhe a resistência.



















