Só lá estive uma vez, mas fiquei apanhadinho. Adorei Amsterdam [e não foi pelo red light district nem pelos charros]. Sempre tive um fascínio pelo futebol à holandesa e até acho que Johan Cruyff é capaz de ter sido o melhor futebolista de todos os tempos. Não gosto muito de flores, mas acho as tulipas lindas e considero os moinhos holandeses muito mais bonitos que os portugueses. Também podia referir o tradicional e quase lendário liberalismo holandês, o seu nível de vida, o seu cuidado com o ambiente ou a sua capacidade empreendedora. E ontem isto.
quinta-feira, junho 02, 2005
quarta-feira, junho 01, 2005
O QUÊ???
«O CDS-PP propôs hoje a criação de um "dia mundial da criança por nascer", com o objectivo de sensibilizar a opinião pública para a necessidade de o Estado dar "protecção legal à vida humana e intra-uterina".»
Esta malta do CDS-PP não tem emenda. São uns pândegos. Ainda receei que com Ribeiro e Castro na liderança, o partido do Caldas [notem esta subtil alusão à cerâmica das Caldas...] se moderasse. Mas não. Continuam uns pândegos de primeira - os verdadeiros reis do humor nacional. Qual Herman José, qual Bruno Nogueira, quais Gatos Fedorentos! O passado, presente e futuro do humor nacional passa pelo Caldas [e por Fernando Rocha, fodasecaralhoputaquepariuestamerdatodaohocaralhoqueosfoda, já agora e porque não?!].
Eu adiro a esta ideia da criação do tal dia mundial [universal, pessoal! Devia ser universal!] e acho até que se devia criar um "dia para o espermatozoide que não chegue ao óvulo" e outro "dia para o óvulo que se recuse a receber o espermatozoide". Ou até uma espécie de "dia em memória do espermatozoide vítima da masturbação masculina".
Esta malta do CDS-PP não tem emenda. São uns pândegos. Ainda receei que com Ribeiro e Castro na liderança, o partido do Caldas [notem esta subtil alusão à cerâmica das Caldas...] se moderasse. Mas não. Continuam uns pândegos de primeira - os verdadeiros reis do humor nacional. Qual Herman José, qual Bruno Nogueira, quais Gatos Fedorentos! O passado, presente e futuro do humor nacional passa pelo Caldas [e por Fernando Rocha, fodasecaralhoputaquepariuestamerdatodaohocaralhoqueosfoda, já agora e porque não?!].
Eu adiro a esta ideia da criação do tal dia mundial [universal, pessoal! Devia ser universal!] e acho até que se devia criar um "dia para o espermatozoide que não chegue ao óvulo" e outro "dia para o óvulo que se recuse a receber o espermatozoide". Ou até uma espécie de "dia em memória do espermatozoide vítima da masturbação masculina".
terça-feira, maio 31, 2005
Não me parece...
Diz o Diário Notícias que "Os portugueses são maioritariamente favoráveis a que o financiamento dos partidos seja feito totalmente por particulares, através de empresas e pessoas em nome individual [...]"
Não me parece. Tenho a sensação de que os portugueses querem é que os políticos vão trabalhar para se sustentarem a si e às suas associações recreativas o partidos ou lá como é que os gajos chamam aos grupos em que se reunem.
Não me parece. Tenho a sensação de que os portugueses querem é que os políticos vão trabalhar para se sustentarem a si e às suas associações recreativas o partidos ou lá como é que os gajos chamam aos grupos em que se reunem.
São as mudanças climáticas
E o aquecimento global. Segundo o Público, que cita os serviços da Comissão Europeia, o clima em Portugal piorou em Maio. Eu sinceramente não dei por nada. Pareceu-me que tivemos um mês de Maio agradável, ameno, por vezes quente, embora com alguns dias de chuva, é certo, mas a chuvinha também cá fazia alguma falta. Agora, o que acho que piorou mesmo foi a sacana da economia. E as finanças públicas. Pelo menos, a mim no final do mês sobra-me cada vez menos...
P.S.: dizem-me que clima económico é uma expressão da Economia. Pois... Não sabia. Estes economistas são uns criativos. Ele é o sentimento económico e mais o clima económico e ainda o pessimismo e a confiança. Já para não falar no andamento económico e nas tendências. Arre!
P.S.: dizem-me que clima económico é uma expressão da Economia. Pois... Não sabia. Estes economistas são uns criativos. Ele é o sentimento económico e mais o clima económico e ainda o pessimismo e a confiança. Já para não falar no andamento económico e nas tendências. Arre!
Relações de vizinhança
Acabo de ouvir que hoje é o Dia Europeu do Vizinho, uma coisa inventada em França e adoptada por Coimbra. A ideia é promover as boas relações de vizinhança. É uma boa ideia. Acho que é hoje que vou lá acima dizer à senhora do 4º Esqº que domingo de manhã não é uma boa altura para aspirar a casa e mudar a disposição dos móveis... A bem do futuro das nossas relações de vizinhança.
[E que história é esta do Dia do Não Fumador? E do Ex-fumador? Não compreendo. Deveria haver, isso ssim, um Dia do Fumador]
[E que história é esta do Dia do Não Fumador? E do Ex-fumador? Não compreendo. Deveria haver, isso ssim, um Dia do Fumador]
segunda-feira, maio 30, 2005
Os britânicos são surdos, os franceses mais espertitos
Vade retro! Segundo os ouvintes da Virgin Radio, estas são as melhores dez canções Britânicas de sempre, de todos os tempos, ever...
1. Oasis: Wonderwall
2. Queen: Bohemian Rhapsody
3. Led Zeppelin: Stairway to Heaven
4. The Beatles: Let It Be
5. John Lennon: Imagine
6. Police: Every Breath You Take
7. The Jam: Going Underground
8. Verve: Bitter Sweet Symphony
9. Robbie Williams: Angels
10. The Stranglers: Golden Brown
Enfim, é no que dá dar ao povo a liberdade de se pronunciar sobre grandes questões contemporâneas. Umas vezes acertam - o Chirac não concordará, mas pronto... - e outras nem por isso.
No meio disto tudo, só me espanta que se tenham esquecido do Elton John e da sua vela ao vento...
1. Oasis: Wonderwall
2. Queen: Bohemian Rhapsody
3. Led Zeppelin: Stairway to Heaven
4. The Beatles: Let It Be
5. John Lennon: Imagine
6. Police: Every Breath You Take
7. The Jam: Going Underground
8. Verve: Bitter Sweet Symphony
9. Robbie Williams: Angels
10. The Stranglers: Golden Brown
Enfim, é no que dá dar ao povo a liberdade de se pronunciar sobre grandes questões contemporâneas. Umas vezes acertam - o Chirac não concordará, mas pronto... - e outras nem por isso.
No meio disto tudo, só me espanta que se tenham esquecido do Elton John e da sua vela ao vento...
Racistas, os Portugueses?!
Pode lá ser!
É o que dirão muitos. Eu ando há anos a dizer que os Portugueses são profundamente racistas, mas raramente alguém concorda comigo. Admirar-me-ia se concordassem.
O José do Ma-Schamba também acha que sim [talvez sem o advérbio...] e até dá um exemplo. É um entre muitos que se poderiam dar.
É o que dirão muitos. Eu ando há anos a dizer que os Portugueses são profundamente racistas, mas raramente alguém concorda comigo. Admirar-me-ia se concordassem.
O José do Ma-Schamba também acha que sim [talvez sem o advérbio...] e até dá um exemplo. É um entre muitos que se poderiam dar.
Três dias ao vento
Os três dias de festival à beira-Tejo não viveram, obviamente, apenas do concerto dos New Order.
Sexta feira: emprego oblige, só cheguei ao Parque do Tejo a tempo de apanhar o final do concerto dos Incubus e não perdi nada: a pergunta / comentário feita por alguém alguns metros ao lado da mesa de som: "Qu'é esta merda?" define o que ainda vi/ouvi na perfeição. Os protugueses The Temple têm energia para dar e vender mas bem podiam arranjar um técnico de som competente e os igualmente portugueses Blasted Mechanism fizeram o habitual: um concerto competente [pergunto-me sempre o que seria desta banda sem o aparato visual...]. Os System of a Down foram esmagadores e até eu fiquei rendido. Os The Prodigy foram uma desilusão. Para Metal havia o dia de domingo e gente mais competente para o fazer...
Sábado: no palco dos "tugas" [como vários músicos portugueses disseram...] foi tudo demasiado fraquinho. Blend, Easyway e Fonzie são absolutamente vácuos e inofensivos. Boss AC é um rapper chateado com o mundo e o sistema que aborrece em vez de incendiar espiritos e Expensive Soul Jaguar Band foi uma razoável banda sonora para acompanhar o "jantar". Antes dos New Order tocaram os seus clones de Alcobaça [cujo nome me recuso a pronunciar e/ou escrever] e depois a grande fraude nacional que dá pelo nome de The Gift. Salvem-nos d[est]a música portuguesa! No palco principal, uns tais de Flipsyde tocaram o que pareceu uma eternidade, os Turbonegro foram divertidos Q.B., os The Hives petulantes e por vezes deliciosos, os Black Eyed Peas foram o sucesso que se esperava entre os adolescentes [e crianças com menos de 10 aninhos...], os New Order ditaram a sua lei e afastei-me para bem longe quando Moby começou o seu concerto.
Domingo: dia de pesos pesados. Pelo palco principal passaram Wednesday 13 que não aquecem nem arrefecem [e bem podem dizer fuck as vezes que quiserem que isso já não choca ninguém...], Mastodon [som muito confuso, demasiado alto e distorcido - e isto noutras circuntsâncias poderia ser um elogio...], Slayer [a mostrar que são provavelmente a mais letal banda de Metal ao vivo - devastadores], Iggy & The Stogges [iguais a si próprios: barulho, muito barulho, provaram mais umavez porque são unanimente considerados os avós de todo o punk rock], Audioslave [a nova coqueluche da música dita alternativa - passei ao lado] e Marilyn Manson [não me dei ao trabalho...]. Pelo palco patrocinado pela Antena 3 e pela Worten [o dos "tugas"] passaram More Than A Thousand [ao longe, muito ao longe], os sempre enérgicos Ramp [quando deixarão de lado a conversa sobre o orgulho pátrio? Ninguém é melhor ou pior só porque é português...], os Bunnyranch e os Wray Gunn [grandes líderes do rock'n'roll à moda do Mondego] e os Blind Zero [que já não vi].

Balanço final: não fossem os concertos de New Order, Slayer e System of a Down [e pouco mais] e este Super Bock Super Rock teria sido, musicalmente, um fiasco monumental.
Sexta feira: emprego oblige, só cheguei ao Parque do Tejo a tempo de apanhar o final do concerto dos Incubus e não perdi nada: a pergunta / comentário feita por alguém alguns metros ao lado da mesa de som: "Qu'é esta merda?" define o que ainda vi/ouvi na perfeição. Os protugueses The Temple têm energia para dar e vender mas bem podiam arranjar um técnico de som competente e os igualmente portugueses Blasted Mechanism fizeram o habitual: um concerto competente [pergunto-me sempre o que seria desta banda sem o aparato visual...]. Os System of a Down foram esmagadores e até eu fiquei rendido. Os The Prodigy foram uma desilusão. Para Metal havia o dia de domingo e gente mais competente para o fazer...
Sábado: no palco dos "tugas" [como vários músicos portugueses disseram...] foi tudo demasiado fraquinho. Blend, Easyway e Fonzie são absolutamente vácuos e inofensivos. Boss AC é um rapper chateado com o mundo e o sistema que aborrece em vez de incendiar espiritos e Expensive Soul Jaguar Band foi uma razoável banda sonora para acompanhar o "jantar". Antes dos New Order tocaram os seus clones de Alcobaça [cujo nome me recuso a pronunciar e/ou escrever] e depois a grande fraude nacional que dá pelo nome de The Gift. Salvem-nos d[est]a música portuguesa! No palco principal, uns tais de Flipsyde tocaram o que pareceu uma eternidade, os Turbonegro foram divertidos Q.B., os The Hives petulantes e por vezes deliciosos, os Black Eyed Peas foram o sucesso que se esperava entre os adolescentes [e crianças com menos de 10 aninhos...], os New Order ditaram a sua lei e afastei-me para bem longe quando Moby começou o seu concerto.
Domingo: dia de pesos pesados. Pelo palco principal passaram Wednesday 13 que não aquecem nem arrefecem [e bem podem dizer fuck as vezes que quiserem que isso já não choca ninguém...], Mastodon [som muito confuso, demasiado alto e distorcido - e isto noutras circuntsâncias poderia ser um elogio...], Slayer [a mostrar que são provavelmente a mais letal banda de Metal ao vivo - devastadores], Iggy & The Stogges [iguais a si próprios: barulho, muito barulho, provaram mais umavez porque são unanimente considerados os avós de todo o punk rock], Audioslave [a nova coqueluche da música dita alternativa - passei ao lado] e Marilyn Manson [não me dei ao trabalho...]. Pelo palco patrocinado pela Antena 3 e pela Worten [o dos "tugas"] passaram More Than A Thousand [ao longe, muito ao longe], os sempre enérgicos Ramp [quando deixarão de lado a conversa sobre o orgulho pátrio? Ninguém é melhor ou pior só porque é português...], os Bunnyranch e os Wray Gunn [grandes líderes do rock'n'roll à moda do Mondego] e os Blind Zero [que já não vi].

Balanço final: não fossem os concertos de New Order, Slayer e System of a Down [e pouco mais] e este Super Bock Super Rock teria sido, musicalmente, um fiasco monumental.
Também se enganam...
... e têm dúvidas. They're human, after all. Eu já suspeitava disso há uns anos, mas foi [muito] bom poder ter a confirmação. Ao vivo, sem truques nem subterfúgios. Humanos, mas superiores ao comum dos mortais.
sexta-feira, maio 27, 2005
Até novas ordens...
... não estou para ninguém. Este fim de semana só atendo estes senhores. Com hora e local marcados [amanhã às 23h45].


quinta-feira, maio 26, 2005
O meu outro blog...
... faz hoje dois aninhos. Conhecem?


E a propósito desse outro blog, não resisto a recomendar um álbum que a Agenda Electrónica recomendaria: Everything Ecstatic de Four Tet [Domino Records].
Deve ter sido, deve...
Quem por aqui passa com alguma regularidade [se é que alguém o faz], já há-de ter percebido que gosto de futebol. Hoje estou inconsolável. Depois de um dia de cão, ter-me-ia sabido bem ver a final da Champeons League - que para mim continua a ser a Taça dos Clubes Campeões Europeus - entre o Liverpool [até ontem com 4 troféus conquistados] e o AC Milan [que depois desta noite continua com 6 troféus]. Não vi. Deveres profissionais falaram mais alto. Devo ter perdido um jogo de futebol "à antiga". Os milaneses estiveram a ganhar por 3 a zero e em seis-minutos-seis [!] o Liverpool marcou três golos e levou o jogo para o prolongamento. Acabaram por ganhar no desempate por grandes penalidades. Fez-se justiça. Sem ter visto o jogo [grrr...], acho que está a ganhar um jogo por 3 a zero e se deixa apanhar, merece perder. Por outro lado, e na mesma lógica, quem recupera 3 golos de desvantagem só pode ser campeão.
Steven Gerrard, Vladimir Smicer e Xabi Alonso foram os heróis da noite. Marcaram pelo Liverpool 3 golos em 6-seis-6 minutos [entre os 54 e os 60]. Depois "daqueles" dois minutos em que, "naquela" final da Champions o Manchester United bateu o Bayern de Munique, estes devem ter sido os mais emocionantes minutos de uma final europeia. E eu não vi. Imperdoável.
Steven Gerrard, Vladimir Smicer e Xabi Alonso foram os heróis da noite. Marcaram pelo Liverpool 3 golos em 6-seis-6 minutos [entre os 54 e os 60]. Depois "daqueles" dois minutos em que, "naquela" final da Champions o Manchester United bateu o Bayern de Munique, estes devem ter sido os mais emocionantes minutos de uma final europeia. E eu não vi. Imperdoável.
quarta-feira, maio 25, 2005
And anyway...
... who the fuck cares about the economy? O Benfica é campeão e consta que os portugueses andam felizes da vida... Como aliás se previa. E só não andam mais felizes porque o Sporting deixou os russos do CSKA levar a Taça UEFA para Moscovo, o que, por outro lado, deverá ter deixado felizes os milhares de russos que cá moram e trabalham. E nestas coisas já se sabe: um trabalhador feliz é um trabalhador que produz mais e melhor. Os construtores civis também devem estar, portanto, felizes.
Cumprir promessas é bom...
... para os outros. De qualquer modo não entendo o escândalo que o anunciado aumento de impostos está [irá] provocar nos portugueses. Qual foi o primeiro ministro que cumpriu alguma vez as suas promessas? Estavam à espera de quê? De milagres?! Se era um milagre que os portugueses esperavam, talvez não devessem ter votado no socrático engenheiro. Tivessem, em alternativa, feito uma promessa à Nossa Senhora de Fátima para que ela nos ajudasse com o demoníaco défice. Afinal, a Senhora livrou-nos da maré negra do Prestige [lembram-se?] e ajudou o Benfica a ser campeão [pelo menos foi o que ouvi dizer da boca de vários adeptos que estão neste momento a caminho de Fátima].
Enfim, moral da história [mais uma vez...]: em campanha fazem-se promessas, no governo não se cumprem. A ver se desta aprendemos.
Enfim, moral da história [mais uma vez...]: em campanha fazem-se promessas, no governo não se cumprem. A ver se desta aprendemos.
quarta-feira, maio 18, 2005
Não é um pássaro, não é um avião...
... e também não é o Super-Homem. É o Homem-Bala. Se forem para os lados de Leiria não deixem de passar pela loja do Homem-Bala. Tem t-shirts, pins, agendas, blocos de notas e outras inutilidade que dá sempre gosto ter e abriu há menos de uma semana. [Não] por acaso sou amigo do trio de donos [já agora, também sócios na M104 Design de Tomar], mas a loja vale a pena a visita.
[Este post é capaz de me valer um pinzito...]
Em Leiria também valem a pena uma visitinha a Suey Comics [banda desenhada], a Arquivo [livraria, galeria de exposições e mini-café], a Alquimia [discos] o Abadia [restaurante-bar]. E não, não sou amigo dos donos.
[Este post é capaz de me valer um pinzito...]
Em Leiria também valem a pena uma visitinha a Suey Comics [banda desenhada], a Arquivo [livraria, galeria de exposições e mini-café], a Alquimia [discos] o Abadia [restaurante-bar]. E não, não sou amigo dos donos.
Não deixem o caneco ir embora!
Hoje bem podem falar do défice, das férias do Zé Manel no iate do grego, dos sobreiros do Guedes e do Pinheiro, da candidatura do Cavaco ou dos amuos e birras do menino-guerreiro que ninguém está a ouvir.

Como há dois anos Portugal se concentrou em Sevilha e o ano passado em Gelsenkirschen, hoje só interessa o que se vai passar mais logo em Lisboa.
O caneco já está no Estádio de Alvalade há algum tempo. Não o deixem ir para Moscovo.

[Símbolos do Sporting Clube de Portugal de 1907 a 1913, 1956 a 1964 e o actual, respectivamente]

Como há dois anos Portugal se concentrou em Sevilha e o ano passado em Gelsenkirschen, hoje só interessa o que se vai passar mais logo em Lisboa.
O caneco já está no Estádio de Alvalade há algum tempo. Não o deixem ir para Moscovo.

[Símbolos do Sporting Clube de Portugal de 1907 a 1913, 1956 a 1964 e o actual, respectivamente]
sábado, maio 14, 2005
Realidade paralela
Andam para aí a dizer e a escrever que a Académica perdeu 4 a 0 com um tal de Moreirense... Não sei de nada. Nem sequer é possível que tal tenha acontecido. Acho até que a Briosa nem joga este fim de semana...
sexta-feira, maio 13, 2005
Pontapés na bola [finalmente uma boa ideia,,,]
Um jornalista da SIC Notícias acaba de afirmar que os dirigentes do Benfica deram ordens à tabacaria do hotel onde a sua equipa de futebol se encontra em estágio para que não fossem vendidos jornais desportivos aos seus jogadores. Parece-me uma excelente ideia. Aconteça o que acontecer, amanhã Vieira e Veiga já não poderão culpar a comunicação social. E, por outro lado, sempre poupam aos jogadores o desgaste psicológico que a leitura das declarações dos dirigentes habitualmente provoca. Oxalá todos seguissem este pedagógico exemplo dos dirigentes benfiquistas [e quando digo "dirigentes benfiquistas", não me estou naturalmente a referir a Veiga, que esse é dirigente do Benfica mas adepto do FêCêPê...].
quinta-feira, maio 12, 2005
Nostalgias [hoje sem qualquer relação com Coimbra]...
A onda nostálgica [também não era preciso exagerar...] que tem assolado este blog desde terça-feira, hoje [noutro local] deu-me para isto. Ik? Mux! [for electronic music lovers only]

P.S.: não detestam posts com overdoses de links?!

P.S.: não detestam posts com overdoses de links?!
Falaram e...
... mais valia terem ficado caladinhos.
1. Acabo de ouvir na TSF o "insuspeito" Paulo Portas classificar Abel Pinheiro e Luís Nobre Guedes de "pessoas insuspeitas". Há aqui qualquer coisa que não bate certo. Uma coisa é que todos sejamos inocentes até prova em contrário - parece que é esse um dos princípios base do nosso sistema jurídico. Outra, diria completamente diversa, é todos - ou alguns - sermos "pessoas insuspeitas".
Acontece que as autoridades que tratam de assuntos tão suculentos como tráfico de influências, corrupção e outras minudências não concordam com Paulo Portas e acham que Guedes e Pinheiro são até potenciais culpados de algumas "irregularidades"...
2. Um idiota que a Igreja Católica teve o azar de ordenar padre produziu umas declarações absolutamente inqualificáveis sobre o assassínio de Vanessa Pereira [cinco anos, encontrada morta nas águas do rio Douro]: «Matar uma pessoa no seio materno é mais grave do que matar uma pessoa que não se pode defender. Uma menina de cinco anos pode reagir, pode chorar, queixar-se».
Não quero entrar em polémicas sobre o aborto ou os maus tratos a menores [homicídios incluidos]. Porém, e citando o nestas matérias insuspeito Manuel Villas-Boas [comentador de assuntos religiosos da TSF], o que o idiota disse é «enormidade que ofende a condição humana [...] Não haverá nenhuma religião que possa estabelecer esta diferença na morte de uma criança». "Enormidade" será o minímo a dizer sobre o que Domingos Oliveira, pároco de Lordelo do Douro, disse.
P.S.: direito e teologia são matérias nas quais sou absolutamente leigo e se calhar também eu deveria ter ficado "caladinho", evitando cair na tentação tão portuguesa de produzir opiniões sobre tudo e mais alguma coisa, mas enfim... Já está, já está e um blog [também] é feito destas coisas.
P.S.: Só mais uma coisa, [na minha opinião] Domingos Oliveira se não é uma besta, disfarça muito bem,
1. Acabo de ouvir na TSF o "insuspeito" Paulo Portas classificar Abel Pinheiro e Luís Nobre Guedes de "pessoas insuspeitas". Há aqui qualquer coisa que não bate certo. Uma coisa é que todos sejamos inocentes até prova em contrário - parece que é esse um dos princípios base do nosso sistema jurídico. Outra, diria completamente diversa, é todos - ou alguns - sermos "pessoas insuspeitas".
Acontece que as autoridades que tratam de assuntos tão suculentos como tráfico de influências, corrupção e outras minudências não concordam com Paulo Portas e acham que Guedes e Pinheiro são até potenciais culpados de algumas "irregularidades"...
2. Um idiota que a Igreja Católica teve o azar de ordenar padre produziu umas declarações absolutamente inqualificáveis sobre o assassínio de Vanessa Pereira [cinco anos, encontrada morta nas águas do rio Douro]: «Matar uma pessoa no seio materno é mais grave do que matar uma pessoa que não se pode defender. Uma menina de cinco anos pode reagir, pode chorar, queixar-se».
Não quero entrar em polémicas sobre o aborto ou os maus tratos a menores [homicídios incluidos]. Porém, e citando o nestas matérias insuspeito Manuel Villas-Boas [comentador de assuntos religiosos da TSF], o que o idiota disse é «enormidade que ofende a condição humana [...] Não haverá nenhuma religião que possa estabelecer esta diferença na morte de uma criança». "Enormidade" será o minímo a dizer sobre o que Domingos Oliveira, pároco de Lordelo do Douro, disse.
P.S.: direito e teologia são matérias nas quais sou absolutamente leigo e se calhar também eu deveria ter ficado "caladinho", evitando cair na tentação tão portuguesa de produzir opiniões sobre tudo e mais alguma coisa, mas enfim... Já está, já está e um blog [também] é feito destas coisas.
P.S.: Só mais uma coisa, [na minha opinião] Domingos Oliveira se não é uma besta, disfarça muito bem,
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