Dos cinco anos que permaneci em Coimbra retenho com particular carinho a memória do primeiro concerto dos imensos Young Gods em Portugal. Foi na Broadway, onde dificlmente entraria não fossem os Young Gods, já nem sei bem em que ano [88? 89? 90?]. Se bem lembro, não seriam muito mais de cinquenta os espectadores, mas de alguns lembro-me eu bem: o Paulo [parceiro / cumplice de aventuras várias e desmandos sortidos na cidade], a Paula [que agora deve ser professora numa escola qualquer], a Olga [a pessoa mais excêntrica da cidade na altura e que me iniciou na música industrial] e um gajo do qual nunca soube o nome e que gravou o concerto. Na Broadway só voltei a entrar mais uma vez [para assistir a um outro concerto, de uns franceses chamados The Grief, aos quais perdi o rasto]. Os Young Gods conquistaram-me para a vida.

Num cantinho da memória quase ao lado desse, está o magnífico concerto dos Duruti Column de Vini Reily no TAGV [Teatro Académico Gil Vicente para os não-iniciados...] em Maio de 1988 do qual ainda para aí andam as duas cassetes que gravei [era a minha fase bootleger...]. E no mesmo ano os A Certain Ratio e a Anamar junto ao rio, quando os concertos no Parque eram no Parque mesmo, no meio das árvores, antes de mudarem para o parque de estacionamento e depois para o outro lado do rio.






















