«O presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira, considerou hoje necessário que a liga de clubes analise se os futebolistas devem continuar a ser obrigados a prestar declarações logo após o final dos jogos, nas chamadas "flash-interviews".
"Se calhar, a liga terá que rever, no futuro, se os jogadores devem falar logo após um jogo, ou não", afirmou Luís Filipe Vieira, reportando-se ao caso do médio "encarnado" Petit, que lançou suspeitas sobre alegados incentivos oferecidos aos jogadores do Rio Ave no jogo de domingo contra o Benfica.»
Se calhar melhor ainda era analisar se aos futebolistas, treinadores e dirigentes do pontapé na bola deve continuar a ser permitido debitar os disparates com que nos brindam [quase] todos os dias. E talvez nem fosse assim tão mal pensado aproveitar e extender a "censura" aos próprios jornalistas e comentadores desportivos. Assim como assim, como se diz aqui na minha zona, as palavras que essa gente produz em quantidades esmagadoras não significam rigorosamente nada.

Já agora, alguém - jornalistas desportivos e não só - se deu ao trabalho de analisar o disparate produzido pelo tal de Petit [que raio de nome de jogador de futebol é este???]? O rapaz disse qualquer coisa como isto: o resultado do jogo foi injusto porque o Rio Ave não fez quase nada para ganhar e estranhava a entrega ao jogo dos futebolistas do Rio Ave que parecia que estavam a jogar uma final. Em que ficamos: então os rapazes de Vila do Conde não fizeram praticamente nada e jogaram como se fosse uma final? Quem é idiota aqui? O Petit que disse o que disse - e de quem não se esperam tiradas brilhantes - ou os jornalistas que propagaram estas declarações?
"Se calhar, a liga terá que rever, no futuro, se os jogadores devem falar logo após um jogo, ou não", afirmou Luís Filipe Vieira, reportando-se ao caso do médio "encarnado" Petit, que lançou suspeitas sobre alegados incentivos oferecidos aos jogadores do Rio Ave no jogo de domingo contra o Benfica.»
Se calhar melhor ainda era analisar se aos futebolistas, treinadores e dirigentes do pontapé na bola deve continuar a ser permitido debitar os disparates com que nos brindam [quase] todos os dias. E talvez nem fosse assim tão mal pensado aproveitar e extender a "censura" aos próprios jornalistas e comentadores desportivos. Assim como assim, como se diz aqui na minha zona, as palavras que essa gente produz em quantidades esmagadoras não significam rigorosamente nada.
















