1. Ontem à noite, Nuno Cardoso - ex-presidente da Câmara Municipal do Porto, candidato a deputado pelo PS e candidato a candidato à Câmara Municipal do Porto - deu uma pseudo-conferência de imprensa a propósito do facto de ter sido ouvido pela Polícia Judiciária num processo relacionado com as estranhas negociatas, perdão, os estranhos negócios entre a Câmara do Porto - quando Cardoso era presidente - e o maior clube da cidade. Pelo meio anda também uma família Ramalho. Cardoso resolveu disparar em todas as direcções, acusando Aguiar Branco - ministro da Justiça, candidato a deputado pelo PSD e "amigo de Rui Rio" - e Rui Rio - presidente da Câmara portuense e, presumo, amigo de Aguiar Branco - de serem os responsáveis pelo facto de a Judiciária o ter chamado agora a prestar declarações. Todos percebemos o que o senhor Cardoso quis dizer: Branco e Rio manipularam a Judiciária em benefício dos seus interesse pessoais e políticos. A pseudo-conferência de Cardoso e as suas palavras são ilustrativas da estirpe do senhor.
2.Ontem à tarde, Isabel Damasceno - presidente da Câmara Municipal de Leiria - foi ouvida pela Polícia Judiciária no âmbito do processo Apito Dourado. A senhora veio dizer - ou mandou dizer, não percebi - que tinha sido ouvida na qualidade de testemunha. A senhora terá sido chamada porque a sua filha é amiga de uma neta de Pinto de Sousa - um dos arguidos do processo e sócio de uma empresa do ramo automóvel em Leiria. Portanto, e se bem entendo, os senhores da PJ são uns coscuvilheiros que andam para aí a bisbilhotar as relações de amizade entre filhas de autarcas e netas de advogados que são também vendedores de automóveis e têm ligações à arbitragem. Ouve-se e pasma-se. Só não se entende porque decidiu a Juciária constituir Isabel Damasceno como arguida do precosso Apito Dourado.
3.Pedro Santana Lopes - ex-presidente de um clube lisboeta, das Câmaras Municipais da Figueira Foz e de Lisboa e primeiro-ministro em gestão, além de figura proeminente da imprensa cor-de-rosa - veio ontem acusar José Sócrates - ex-ministro do Ambiente, ex-comentador político-televisivo e candidato a primeiro-ministro - de ter nomeado Filipe Batista para Inspector Geral do Ambiente quando até já tinham acontecido as eleições de2002 ganhas por Durão Barroso, o tal que voou para Bruxelas assim que o barco da governação começou a adornar. Acontece que Batista foi nomeado para o cargo que ocupa por Isaltino Morais, ex-ministro do Ambiente do governo de Barroso e caído em desgraça por causa de umas contas bancárias na Suiça. Entretanto, Miguel Almeida já veio dizer que tinha sido ele a passar a informação ao seu líder e que se tinha enganado nos nomes. Ele queria dizer era Carlos Mourato Nunes e Instituto Geográfico Português. Percebe a confusão: "Filipe" confunde-se facilmente com "Carlos" e "Batista" é muito parecido com Mourato Nunes; além do mais "Inspector Geral do Ambiente" e "Instituto Geográfico Português" são praticamente a mesma coisa..
2.Ontem à tarde, Isabel Damasceno - presidente da Câmara Municipal de Leiria - foi ouvida pela Polícia Judiciária no âmbito do processo Apito Dourado. A senhora veio dizer - ou mandou dizer, não percebi - que tinha sido ouvida na qualidade de testemunha. A senhora terá sido chamada porque a sua filha é amiga de uma neta de Pinto de Sousa - um dos arguidos do processo e sócio de uma empresa do ramo automóvel em Leiria. Portanto, e se bem entendo, os senhores da PJ são uns coscuvilheiros que andam para aí a bisbilhotar as relações de amizade entre filhas de autarcas e netas de advogados que são também vendedores de automóveis e têm ligações à arbitragem. Ouve-se e pasma-se. Só não se entende porque decidiu a Juciária constituir Isabel Damasceno como arguida do precosso Apito Dourado.
3.Pedro Santana Lopes - ex-presidente de um clube lisboeta, das Câmaras Municipais da Figueira Foz e de Lisboa e primeiro-ministro em gestão, além de figura proeminente da imprensa cor-de-rosa - veio ontem acusar José Sócrates - ex-ministro do Ambiente, ex-comentador político-televisivo e candidato a primeiro-ministro - de ter nomeado Filipe Batista para Inspector Geral do Ambiente quando até já tinham acontecido as eleições de2002 ganhas por Durão Barroso, o tal que voou para Bruxelas assim que o barco da governação começou a adornar. Acontece que Batista foi nomeado para o cargo que ocupa por Isaltino Morais, ex-ministro do Ambiente do governo de Barroso e caído em desgraça por causa de umas contas bancárias na Suiça. Entretanto, Miguel Almeida já veio dizer que tinha sido ele a passar a informação ao seu líder e que se tinha enganado nos nomes. Ele queria dizer era Carlos Mourato Nunes e Instituto Geográfico Português. Percebe a confusão: "Filipe" confunde-se facilmente com "Carlos" e "Batista" é muito parecido com Mourato Nunes; além do mais "Inspector Geral do Ambiente" e "Instituto Geográfico Português" são praticamente a mesma coisa..
