Hoje à noite os fantásticos Spektrum dão um concerto no Lux, o que é para mim uma dupla boa notícia: ver uma das minhas paixões musicais mais recentes e ir ao Lux. Um duplo prazer. Ontem os Spektrum tocaram no Porto e amanhã parece que tocam em Alcobaça. Por acaso não pude ir ao Porto, a Lisboa vou e a Alcobaça estou tentado. Fanático, eu? Previdente. Sei lá quando é que voltarei a ter a oportunidade de ver esta banda!
quinta-feira, setembro 16, 2004
Regressos [II]
Segundo o Ministério da Educação, hoje abre oficialmente o ano lectivo, o que só pode ser uma piada de muito mau-gosto. A falta de respeito que estes senhores têm demonstrado pelos alunos, professores e pais não deveria deixar ninguém indiferente. Como é possível que um país dito desenvolvido não seja capaz de proceder em tempo útil à colocação de professores? Como tem o Governo a coragem de pedir motivação e brio profissional a pessoas [pessoas!] que há meses andam a ser desrespeitadas e vilenpendiadas através de um trapalhão processo de colocação? Como tem o Governo coragem de lhes exigir dedicação e trabalho depois de os tratar desta forma? Quem vai ser responsabilizado pelos prejuízos que toda esta situação provocou e vai continuar a provocar?
Regressos
A Assembleia da República regressou ontem aos trabalhos e os senhores deputados lá seguiram alegres e contentes para o Parlamento como os meninos para escola em primeiro dia de aulas. Após as longas férias do Verão, sabe sempre bem reencontrar os amigos, trocar impressões sobre a praia, combinar umas saidas... STOP! Deliro. Claro que não foi nada disto. Até porque os meninos este ano não vão para a escola tão cedo: o Ministério da Educação ainda não conseguiu colocar os professores e hoje a maioria das escolas só vai abrir virtualmente - o que, aliás, me parece apropriado para um país que quer apostar nas novas tecnologias, logo, na realidade virtual. STOP! Eu queria mesmo era falar do regresso ao trabalho da AR e dos nossos [salvo-seja!...] representantes democraticamente eleitos e dos diversos assuntos que por lá foram ontem debatidos: as novas taxas moderadoras, o início do ano lectivo, o aborto, a birra de Álvaro Barreto por causa de um inquérito divulgado por Luís Nobre Guedes, as eleições no PS... STOP! Ai que saudades do debate político à portuguesa...
Questões pertinentes
Em dois dias consecutivos, o sempre pertinente António Barreto levantou algumas questões, no mínimo interessantes: terça-feira sobre a falta de enfermeiros em Portugal e quarta-feira sobre os preços dos telefones e da energia que pagamos por cá. Espero que quando lhe derem as respostas às perguntas que faz, António Barreto tenha a bondade de as partilhar. Eu também gostaria de perceber...
sexta-feira, setembro 10, 2004
Ainda o milagre andaluz
A reportagem mencionada no post abaixo é da autoria de Pedro Almeida Vieira com fotografias de Paulo Barata. Perdoe-se-me o esquecimento. A ambos a minha homenagem. Oxalá alguém com responsabilidades a tenha lido.
Já agora, fica mais um pequeno excerto / sugestão:
«Pelos resultados que a Junta da Andaluzia conseguiu em poucos anos, porque teve coragem e empenho político, talvez valesse a pena contratar um tradutor e começar por copiar a lei e respectivo regulamento de prevenção e luta contra os incêndios andaluzes e acabar com o voluntarismo que se tem traduzido na delapidação da nossa floresta e da outrora bela paisagem portuguesa. Talvez fosse tempo de ver que de Espanha podem não vir bons ventos nem bons casamentos, mas podem surgir bons ensinamentos.»
in Grande Reportagem, 28 de Agosto de 2004
Milagre
Agora que o calor do Verão já parece uma vaga memória e que as últimas cinzas dos incêndios já não pairam no ar, regresso precisamente ao tema dos incêndios que ano após vão destruindo as nossas florestas. Regresso também a uma reportagem da Grande Reportagem sobre a prevenção e combate aos incêndios na Andaluzia. Os andaluzes conseguiram o "milagre" de praticamente acabarem com os incêndios florestais há mais de uma década.
«Aqui bem perto, na vizinha Andaluzia, território com uma dimensão geográfica idêntica à de Portugal continental e com uma área florestal de cerca 4,3 milhões de hectares, há mais de uma década que os incêndios deixaram de ser uma fatalidade. Entre 1995 e 2003, por exemplo, a Andaluzia perdeu menos floresta e mato do que Portugal em 24 horas de alguns dias de Agosto no ano passado. E qual é o segredo dos espanhóis? Simples: prevenção e mais prevenção, profissionalismo dos homens no terreno, rapidez e eficácia na intervenção. E uma gestão exemplar, a uma só voz, das florestas e dos matos que são de todos.»
in Grande Reportagem, 28 de Agosto de 2004
Será que algum dos milhares de assessores de imprensa dos nossos governantes se deu ao trabalho de fazer chegar este trabalho a algum ministro? Duvido.
O terror
Continua o terror. E, fatalmente, há-de continuar. Por isso, a candeia que aqui há dias foi colocada num post neste blog, passa a estar ali ao lado permanentemente. Em memória de todas as vítimas inocentes de todos os actos de crueldade cometidos por ditos seres humanos.
quarta-feira, setembro 08, 2004
Who am I?!
É raro mas de quando em vez dá-me para fazer estes testes inúteis. Por uma vez gostei do resultado. Yes!
You rule. in 15 years, you won't be as known as you
are now, but most of the people that will know
you then will like you (or else I'll beat them
with a stick). You're nice to listen to.
What band from the 80s are you?
brought to you by Quizilla
You rule. in 15 years, you won't be as known as you
are now, but most of the people that will know
you then will like you (or else I'll beat them
with a stick). You're nice to listen to.
What band from the 80s are you?
brought to you by Quizilla
terça-feira, setembro 07, 2004
Uma vela em cada blog
Uma iniciativa do Ânimo à qual cheguei via Thomar e Santa Cita. Em memória de todas as vítimas do terrorismo, particularmente dos mortos inocentes de Beslan na Ossétia do Norte.
sexta-feira, setembro 03, 2004
Nostalgia creeps # 8
Reel Around The Fountain
It's time the tale were told
Of how you took a child
And you made him old
It's time the tale were told
Of how you took a child
And you made him old
You made him old
Reel around the fountain
Slap me on the patio
I'll take it now
Oh ...
Fifteen minutes with you
Well, I wouldn't say no
Oh, people said that you were virtually dead
And they were so wrong
Fifteen minutes with you
Oh, well, I wouldn't say no
Oh, people said that you were easily led
And they were half-right
Oh, they ... oh, they were half-right, oh
It's time the tale were told
Of how you took a child
And you made him old
It's time that the tale were told
Of how you took a childAnd you made him old
You made him old
Oh, reel around the fountain
Slap me on the patio
I'll take it now
Ah ... oh ...
Fifteen minutes with you
Oh, I wouldn't say no
Oh, people see no worth in you
Oh, but I do.
Fifteen minutes with you
Oh, I wouldn't say no
Oh, people see no worth in youI do.
Oh, I ... oh, I do
Oh ...
I dreamt about you last night
And I fell out of bed twice
You can pin and mount me like a butterfly
But "take me to the haven of your bed"
Was something that you never said
Two lumps, please
You're the bee's knees
But so am I
Oh, meet me at the fountain
Shove me on the patio
I'll take it slowly
Oh ...
Fifteen minutes with you
Oh, I wouldn't say no
Oh, people see no worth in you
Oh, but I do.
Fifteen minutes with you
Oh, no, I wouldn't say no
Oh, people see no worth in you
I do.
Oh, I ... I do
Oh, I do
Oh, I do
Oh, I do
__________________________________________________________________________________________
The Smiths, in Hatfull of Hollow [Rough Trade 1984]
It's time the tale were told
Of how you took a child
And you made him old
It's time the tale were told
Of how you took a child
And you made him old
You made him old
Reel around the fountain
Slap me on the patio
I'll take it now
Oh ...
Fifteen minutes with you
Well, I wouldn't say no
Oh, people said that you were virtually dead
And they were so wrong
Fifteen minutes with you
Oh, well, I wouldn't say no
Oh, people said that you were easily led
And they were half-right
Oh, they ... oh, they were half-right, oh
It's time the tale were told
Of how you took a child
And you made him old
It's time that the tale were told
Of how you took a childAnd you made him old
You made him old
Oh, reel around the fountain
Slap me on the patio
I'll take it now
Ah ... oh ...
Fifteen minutes with you
Oh, I wouldn't say no
Oh, people see no worth in you
Oh, but I do.
Fifteen minutes with you
Oh, I wouldn't say no
Oh, people see no worth in youI do.
Oh, I ... oh, I do
Oh ...
I dreamt about you last night
And I fell out of bed twice
You can pin and mount me like a butterfly
But "take me to the haven of your bed"
Was something that you never said
Two lumps, please
You're the bee's knees
But so am I
Oh, meet me at the fountain
Shove me on the patio
I'll take it slowly
Oh ...
Fifteen minutes with you
Oh, I wouldn't say no
Oh, people see no worth in you
Oh, but I do.
Fifteen minutes with you
Oh, no, I wouldn't say no
Oh, people see no worth in you
I do.
Oh, I ... I do
Oh, I do
Oh, I do
Oh, I do
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The Smiths, in Hatfull of Hollow [Rough Trade 1984]
quinta-feira, setembro 02, 2004
Mulheres ao mar [e homens a ridiculo e uma dúvida]
Em que é que a presença ou ausência de um «piercing» contribui para a competência profissional seja de quem for?
Mulheres ao mar [e homens a ridiculo]
Continuo a achar espantoso que Luís Delgado escreva o que escreve mantendo sempre o ar sério. Grande admirador de Bush, José Manuel [ Durão, claro] Santana e Portas, este homem continua em plena forma. Aí fica uma pérola da escrita da criatura.
A figura levar-se-à mesmo a sério?
Mulheres ao mar
A propósito do barco da Women on Waves que se encontra ao largo da Figueira da Foz muito tem sido dito e escrito, incluindo inúmeros disparates. O texto abaixo, de Ana Sá Lopes, resume a minha posição sobre o assunto e a reacção do Governo [?] português.
«Siga a Marinha do CDS
in Público, Quarta-feira, 01 de Setembro de 2004
terça-feira, agosto 31, 2004
Imagens de uma semana ao sul
O caminho para a "minha" praia...
A "minha" praia...
Infelizmente, há quem insista em destruir o nosso património...
A "minha" praia...
Infelizmente, há quem insista em destruir o nosso património...
segunda-feira, agosto 23, 2004
Um lugar ao sul
Hoje parto novamente para a segunda parte das minhas férias. Vou para o sul. Espero que também vá para o sol que de chuva já chegou a passada semana em Paredes de Coura.
sábado, agosto 21, 2004
Férias repartidas
Regresso a casa antes de partir novamente daqui a menos de dois dias. A primeira semana de férias a sério já lá vai, passada primeiro a deambular pelo Parque Natural da Peneda-Gerês e depois em praticamente cinco dias de Rock'n'Roll em Paredes de Coura. Daqui até ao fim do mês só quero mesmo é descanso. É que depois de quase uma semana de música e chuva o corpo pede descanso. Total e absoluto. E entretanto vou continuar mais ou menos a leste da actualidade. Não quero saber das nomeações do Lopes nem da participação portuguesa nos Jogos Olimpícos nem das eleições no PS nem do preço do petróleo nem... Até já.
sexta-feira, agosto 13, 2004
quinta-feira, agosto 12, 2004
A chegada é sobrevalorizada
«Adoro viajar. Muito mais do que alguma vez gostei de chegar a um sítio. A chegada é sobrevalorizada. É muito mais excitante andar de um lado para o outro. De avião, de barco, de carro, de comboio, a pé, seja como for. Gosto é de andar de um lado para o outro. Acho que os destinos foram inventados para não darmos a sensação que andamos a deambular, meio perdidos [...]»
Jerry Seinfeld, Linguagem Seinfeld
Notoriamente eu não o diria melhor. As palavras acima descrevem na perfeição o meu conceito de viagem. Ir, andar, deambular. Chegar é irrelevante. Amanhã ponho-me a andar. Durante duas semanas. Quase me esquecia: também gosto da expectativa da partida. É quase tão boa como a partida em si mesma.
quarta-feira, agosto 11, 2004
Com senso
Ainda a propósito do pacto de regime para a Justiça proposto pelo senhor Lopes. Só para acrescentar isto: preferia que, em vez de procurar consensos, o senhor governasse o país com senso.
Nostalgia creeps [on television, the drug of the nation] # 6
A melhor série sobre polícias que alguma vez vi: Hill Street Blues. Quando se começava a ouvir o genérico, parava tudo para acompanhar as vidas do capitão Furillo, dos agentes Bobby Hill, Andy Renko ou Lucille Bates, dos detectives Washington, J.D. LaRue ou Mick Belker, da advogada Joyce Davenport.e dos outros todos.
Sgt. Phil Esterhaus [Michael Conrad], Frank Furillo [Daniel J. Travanti] e Joyce Davenport [Veronica Hamel]
"Let's be careful out there..."
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